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1 May 2012

A Vingança de Joss Whedon

Joss Whedon conversando no set com sua musa Sarah Michel Scarlett Johansson

Porque raios o criador de Buffy, a Caça Vampiros é uma escolha apropriada para dirigir um filme como Os Vingadores?  Drew McWeeny tem uma ótima opinião sobre o assunto:

“When Joss Whedon was producing “Buffy The Vampire Slayer” and “Angel,” I never would have called them out as rehearsals for eventually making “The Avengers,” but looking at this film now, with the hindsight of how those shows played out, it’s pretty obvious.  Each season of “Buffy” was about introducing a new Big Bad, then assembling the team needed to defeat the villain and testing that team’s integrity, putting personal pressure of each of them in an effort to find their weaknesses.  Eventually, each season would build to a genuinely world-threatening situation, and it would take great personal sacrifice and difficulty for good to save the day.  “The Avengers” is built like an entire season of one of his shows, but in two-and-a-half hours and with a budget that he could have never dreamed of during the early days of ‘Buffy.’ “

Mas mesmo esse comentário, que é o melhor que li sobre o filme nas internets dá conta do acerto que foi trazer Whedon para esse projeto.

Joss, aquele cara legal, é um puta multimídia. Além de seriados, criou HQs (algumas baseadas nas suas próprias criações para a TV, além de arcos elogiadíssimos para a própria Marvel (Astonishing X-Men), produziu minisséries para Internet (Laundry day/See you there/Under things/Tumbling) e andou se aventurando inclusive pelo cinema (Firefly/Serenity é o atestado de que ele teria capacidade de produzir filmes de ação com muitos personagens).

*aquele troféu super legal de ficção científica que na categoria short-form já premiou Steven Moffat, Ronald D. Moore, e que esse ano pode ir pra Dan Harmon e cia (por Remedial Chaos Theory). Enfim, só a nata.

Mas e o filme dos Vingadores, é bom? É ótimo.

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1 May, 2012 at 9:11 by cavalca

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15 Feb 2012

Sobre o final de Chuck

Pense nas grandes séries de todos os tempos e em como elas acabaram. The Wire, Sopranos, Lost (é, eu sei), 24 Horas (é, eu sei – parte 2), Battlestar Galactica, The Shield, Six Feet Under, etc etc. Todas elas, mesmo as que deram um destino menos desgraçado que a média para os seus personagens, terminaram com uma nota agridoce (algum personagem importante morre no último episódio, etc). É justamente esse tipo de coragem que coloca a TV americana acima do cinema comercial de Hollywood, como já cansei de discutir nesse espaço.

Porém, conforme o final de Chuck se aproximava, eu fui temendo algo na linha do ‘felizes para sempre’, já que era bem óbvio que eles não desmanchariam nenhum casal, que juntariam quem estivesse solteiro e que definitivamente não matariam mais ninguém. Como sair dessa sinuca e dar um final diferente? Tudo bem que a série não tá no panteão das citadas no parágrafo acima, mas a qualidade apresentada em outros tempos (2a e 3a temporadas com muitos lampejos de brilhantismo) me fez esperar algo diferente.

A solução (fazer com que Sarah baixasse o Intersect e tivesse um piripaque no cérebro) não é nada original (parece consenso que a criatividade dos roteiristas de Chuck acabou pelos idos de 2010), mas foi o jeito encontrado pra dar um saborzinho diferente pra esses episódios finais (e aí, o Chuck vai conseguir com que ela se apaixone por ele novamente? Jamais saberemos, mas a expectativa mantém nossos corações aquecidos). Continue lendo este post »

15 February, 2012 at 23:36 by cavalca

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29 Jan 2012

Vídeo – Compras da #BF2011

29 January, 2012 at 9:12 by cavalca

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14 Dec 2011

Top 11 séries de 2011

Nota: ainda não assisti Life’s Too Short, Homeland e Boardwalk Empire. Game of Thrones e The Walking Dead? Não, obrigado. Mesma coisa pra Sons of Anarchy (essa mais pelo fato do Kurt Sutter ser um escroto, mas a terceira temporada não ajudou muito). Friday Night Lights quase entrou, assim como Fringe.

11 – Futurama (Comedy Central) – não está recebendo toda a atenção que merecia. Mas depois que a animação ressuscitou dos mortos na TV fechada, os episódios se tornaram mais edgy e muito mais referenciais. Case in point: a finale dessa temporada, que contou três histórias com estéticas diferentes: desenho animado dos anos 30, anime futurista (é, Community não inventou a roda) e videogame de baixa resolução (tipo Atari). Estripulias como essa tendem a ter maior aceitação em canais pagos (case in point: Community).

10 – Happy Endings (ABC) – filho direto de Friends e How I Met Your Mother (quando esta ainda era assistível), HE não se prende tanto nas travessuras narrativas da segunda, mas sim pelo texto afiadíssimo (quem não tem pelo menos um nivel intermediário de inglês e de cultura geral ianque perde uma fatia gorda das piadas) e pelo elenco que sabe o que está fazendo. Quem diria que a Kim Bauer seria uma ótima atriz de comédia?

09 – Justified (FX) – sabe quando determinada série faz o pulo do gato, quando passa de programa bacaninha para algo obrigatório? Foi o que aconteceu no segundo ano de Justified. Os episódios isolados que não eram assim tão legais saíram fora, e fomos introduzidos a arcos relevantes sobre Raylan Givens, Boyd Crowder e a sensacional Mag Bennet (divinamente interpretada por Margo Martindale).

08 – Doctor Who (BBC) – Steven Moffat é o melhor roteirista de todos os tempos do último ano. O problema é que ele não escreve todos os episódios. A trama e as soluções apresentadas nos seus episódios (principalmente na premiere dupla e em Let’s Kill Hitler, meus prediletos) são dignas de aplausos, mas todos os outros episódios (com exceção de The Doctor’s Wife) são decepcionantes em maior ou menor grau (The Girl Who Waited, por exemplo, seria fatalmente uma obra-prima se escrita por Moffat).

07- Louie (FX) – essa entra na mesma categoria de Justified. Se a primeira temporada era uma sucessão de esquetes e stand-ups com uma ou outra reflexão mais profunda, agora o buraco e mais embaixo. Louie se torna um personagem cada vez mais humano (e f#dido, porque não dizer) e os temas abordados se tornam cada vez mais complexos. Alguns dos tópicos: discussão de plágio e relação com outros comediantes num episodio pra lá de metalingüístico; é necessário vender a alma para ser bem sucedido? – e, é claro – como pequenas aves poderiam evitar conflitos internacionais. Ah, e as partes engraçadas estão engraçadas como nunca, como bem comprova o debate sobre a validade da masturbação e a encenação do famoso bit dele sobre o bag of dic#s.

06 – Treme (HBO) – não é uma experiência transcendental como The Wire, isso é certo. Mas mesmo um programa menor de David Simon tem o seu valor. As discussões sobre as conseqüências políticas e econômicas do pós-Katrina estão cada vez mais fortes (e tivemos um pequeno vislumbre do que espera a cidade e a série depois que o derramamento de óleo da BP chegar). O arco envolvendo a personagem da Khandi Alexander é de cortar o coração. E como não poderia deixar de ser, temos a famosa morte anual no episódio escrito por George Pelecanos (o cara de pau chegou a dizer em entrevista que não sente prazer nenhum em matar personagens – SEI).

05 – The Closer (TNT) – seria o melhor procedural de todos os tempos? Olha, chegar no oitavo ano soltando fogo pelas ventas não é pra qualquer um. O elenco está cada vez mais afiado. E embora o canal não seja lá muito dado a inovações do formato, os roteiristas se esforçam. O episodio anual centrado em Flynn e Provenza (geralmente escrito por Adam Belanoff) é das coisas mais engraçadas que você verá em qualquer seriado. E nesse oitavo ano conseguiram emplacar até um arco que culminará (infelizmente) com a saída de Brenda e o fim da serie. Ela e Fritzi (tem casal mais fofo que eles?) farão falta.

04 – Parks and Recreation (NBC) – nos últimos meses, tem rodado a internet a informação de que duas series seriam as inspirações principais da P & R: Cheers (uma favorita pessoal do showrunner Michael Schur) pela maneira em que o micro-universo do programa é inteligente e cativante, e The Simpsons, por expandir esse universo em um organismo vivo e vibrante. Como fã desses dois programas (mais do primeiro, na verdade), posso dizer que se trata do maior elogio que o ‘spin-off’ de The Office poderia ganhar.

03 – The Good Wife (CBS) – eu tenho um post engatilhado sobre como as discussões da série são relevantes no mundo globalizado atual, rerere. Mas enfim, por alguma razão que não consigo verbalizar, é muito bom ver uma serie jurídica que tenha verossimilhança (esqueça os discursos geniais – e improváveis – de Alan Shore). Mas o que mais me encanta no melhor drama de TV aberta desde Lost é a maneira com ela constrói tramas e subramas que conseguem encaixar harmoniosamente suas DEZENAS de personagens recorrentes. E tem Eli Gold, claro. Embora nesse terceiro ano ele não esteja tão genial quanto outrora.

02 – Breaking Bad (AMC) – a obra de arte idealizada por Vince Gilligan atingiu níveis de tensão e dramaticidade poucas vezes vistas na historia da TV. Gus se tornou um vilão memorável (praticamente um Terminator, a julgar pela última cena dele) e seu jogo de gato e rato com Walt deixou todo mundo sentado na beira do sofá. Felizmente os produtores acertaram uma temporada final que explorara o final dessa jornada, que desconfio que não nada feliz para a maioria dos protagonistas.

01 – Community (NBC) – estrutural e esteticamente, poucas obras são tão complexas quanto a criação de Dan Harmon. São poucos os que usam tão bem os elementos narrativos que Community usa para contar suas historias (realidades paralelas, partidas de RPG, animações de massinha, números musicais, etc). Mas quais obras usam essas gimmicks para contar histórias tão relevantes e tocantes sobre seus personagens?  É isso que coloca Community num patamar mais elevado que 95,6% dos programas do gênero. E é justamente essa riqueza que será o beijo da morte do show, por mais presunçoso que seja dizer isso.

14 December, 2011 at 23:12 by cavalca

Posted in Breaking Bad, Community, Doctor Who, Friday Night Lights, Futurama, Happy Endings, Justified, Louie, Parks and Recreation, The Closer, The Good Wife | 8 Comentários »

15 Nov 2011

Como Você Pode Evitar o Cancelamento de Community (aka: Porque estou importando o DVD da S2)

(comecei a escrever esse texto mês passado, mas notícias recentes me fizeram tirá-lo da gaveta)

Dia desses vi um link no Twitter um de uma matéria do site da TV Guide falando sobre as chances de renovação das séries ‘on the bubble’. Como todo programa decente sempre corre risco de cancelamento (nem The Good Wife está tão solta na vala, já que nenhuma série da CBS dá menos que 12 milhões) eu compartilhei o link antes de começar a ler.

Mas cara, que decepção. A matéria pulava de série em série falando algo como ‘tal show não está com uma audiência muito boa, logo corre risco de cancelamento’. Cancelei o compartilhamento na hora. Em pleno 2011, fazer uma análise  dessas é, no mínimo, desleixo.

Até uns 10 anos atrás, a audiência (geralmente em números brutos, a demo dos 18-49, hoje tão incensada, não era tão relevante) era só o que importava. Quando em algum ponto, a audiência começava a cair, era hora de checar se o programa já estava pronta pra ir pro syndication (exibição de reprises em emissoras locais pelo país afora), marca que geralmente era alcançada quando a série chegava no quinto ano (o famoso número mágico de 100 episódios). Nos EUA, é muito comum a prática de um estúdio produzir uma série para exibição em uma emissora que pertence a outro conglomerado. Nessas casos, deve haver um balanço entre as necessidades da emissora (que só ganha dinheiro com os anúncios vinculados durante a exibição original) e do estúdio (que ganharia dinheiro por anos e anos). O canto do cisne dessa era é representado pelo estrondoso acordo que a NBC fez pra assegurar Friends por suas duas últimas temporadas (ER, o outro gigante dessa época nem tão distante também é citado no texto). Notem que mesmo com as possibilidades milionárias de syndication batendo ali na janela, era a NBC que pegava o grosso dos custos. Continue lendo este post »

15 November, 2011 at 22:38 by cavalca

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22 Oct 2011

Porque as piadas de Rafinha Bastos são ofensivas e as de Ricky Gervais e Louis CK não são

Louie e sua pancinha sexy

Humor, ah o humor. Como é subjetivo definir o que é engraçado e o que é ofensivo. Mas vamos tentar, OK?

Olha, eu até concordo que toda a história envolvendo o Rafinha e a Wanessa (Camargo) gerou reações muito maiores do que deveria. Mas o que mais me incomoda nessa assunto é o pessoal dizendo que o que o ex-apresentador do CQC fez não é muito diferente do que o Gervais ou o CK fazem em seus seriados e/ou stand-ups.

Sinto informar que é diferente sim.

Amiga minha compartilhou dia desses no Facebook um questionamento sobre como o que aconteceria se o Louie fizesse o mesmo bit sobre a Beyoncé, que também está grávida. Em primeiro lugar, só de imaginar o delivery dele da mesma piada eu já comecei a rir (subjetividade, etc). Porém, mesmo considerando a famosa primeira emenda estadunidense, eu não estranharia o CK encarando alguns problemas. Pra começar, a cultura do processo por danos morais é ainda mais forte nos EUA do que aqui. Além disso, mesmo atores/comediantes famosos já entraram em maus lençois por falarem bobagem (Michael Richards e, mais recentemente, Tracy Morgan). Mas o ponto principal é que esse simplesmente não é o tipo de humor que o Louis CK faz. Continue lendo este post »

22 October, 2011 at 3:35 by cavalca

Posted in Extras, Louie | 4 Comentários »

8 Oct 2011

Não assista Terra Nova (Cavalca Te Ensina a Assistir TV #2)

Homem da Mostarda, uma Lenda da TV

(um texto bem mais curto do que eu estava planejando escrever, mas até eu estou cansando dos meus tratados)

Era uma vez um roteirista/produtor chamado Brannon Braga. Ele é conhecido entre os fãs trekkers como o cara que arruinou a franquia Star Trek (apesar de ter co-escrito o melhor filme d’A Nova Geração ao Lado do Ronald D. Moore). Pois bem, quando Deep Space Nine terminou, Moore (o showrunner) foi transferido para Voyager (que Braga comandava). Após poucas semanas, Moore se demitiu, pois trabalhar com Braga (e seu ego colossal) era insuportável. Resultado: Voyager e Entreprise nunca chegaram a alcançar a notoriedade de (principalmente) The Next Generation e Deep Space Nine (a não ser que você seja um fã da franquia).

(E não é porque que eu gosto do Moore que ele é automaticamente um cara legal – mas por tudo que eu já li e ouvi dele, ele parece ser alguém genuinamente boa praça, ao contrário de tipos como Aaron Sorkin e Matthew Weiner que de acordo com a internet são pessoas intragáveis.)

Depois disso, Braga trabalhou nas duas últimas temporadas de 24 Horas e em Flashforward (não exatamente as melhores coisas para constar no seu portfolio), até que a FOX o chama para comandar ao lado de David Fury, a nova aposta do canal: Terra Nova, série sobre dinossauros e etc. Continue lendo este post »

8 October, 2011 at 0:07 by cavalca

Posted in 24, Angel, Buffy - The Vampire Slayer, Fringe, Lost | Sem Comentários »

3 Oct 2011

Complexo de Moffat

A link da foto te leva pro review do A.V. Club, de onde roubei a imagem.

É sabido que uma das características de Steven Moffat é a repetição de temas (Amy Pond não foi a primeira garota que esperou, por exemplo), mas mesmo assim machuca a semelhança extrema entre The Wedding of River Song com a finale dupla do ano passado (o tempo está se reintegrando/desaparecendo, sendo é preciso dar um reset na coisa toda), além do truque usado pra solucionar o mistério da temporada (como o Doutor pode continuar vivo se a morte dele é um ponto fixo no tempo?) ficar evidente logo no previously (não é o primeiro desdobramento importande de seriado que é estragado pelos recaps, talvez fosse o caso dos rippers* pararemde incluir esse segmento).

(* por falar em mudanças introduzidas no ato de assistir seriados trazidas pela internet, nunca podemos de agradecer Lost por qualquer grupo misterioso de pessoas serem ‘Os Outros’ e que toda ‘hatch’ virou escotilha – como visto nesse episódio).

O episódio tem lá suas surpresas (fui logo pensando que a tia do eyepatch era a Amy, quando a ruivinha apareceu com o mesmo acessório, ou ainda o próprio destino da velhota), mas está muito aquém da inventividade que Moffat costuma nos apresentar. Ainda prefiro muito mais Let’s Kill Hitler** ou a premiere gravada nos US and A. Continue lendo este post »

3 October, 2011 at 20:00 by cavalca

Posted in Doctor Who | Sem Comentários »

2 Oct 2011

O que você vai assistir da fall season?

Como já deixei bem claro no outro texto, não assisto qualquer porcaria. Se bem que, quando digo pra algum colega de trabalho quantas séries acompanho, sou taxado de uber-nerd. Enfim. Mas o que raios estarei acompanhando, afinal?

- The Good Wife: como a @tati_leite acabou de dizer no Twitter, eu gostaria de abraçar os roteiristas no final de cada episódio. E ainda tem Eli Gold, o melhor coadjuvante judeu de sobrenome Gold da história da televisão mundial.

- The Office: como já disse semana passada, decidi dar uma chance à esse nova fase, mas é a que está mais perto da berlinda.

- Parks and Recreation: muito amor por toda aquela gente, até mesmo pro Rob Lowe, que tá com aquele cabelo horroroso.

- Fringe: o primeiro episódio da quarta temporada não foi lá essas coisas, mas tenho fé nos roteiristas (David Fury vem aí! Mais sobre o moço ainda essa semana).

- Happy Endings: essa temporada vai ser A-M-A-Z-I-N-G. E começou com a audiência bem bacana! Lembrando que eles foram renovados apenas pra 13 episódios, e o back nine depende dos números das primeiras semanas.

- Community: é certo que daqui a vinte ou trinta anos, a série será lembrada provavelmente por seus episódios conceituais, mas QUE PORRA DE BACKLASH É ESSE QUE A SÉRIE TA SOFRENDO? “Vergonha alheia” e “Estou preocupado” são alguns dos comentários que tenho ouvido. Gente, um recado pra vocês todos: Continue lendo este post »

2 October, 2011 at 23:00 by cavalca

Posted in Chuck, Community, Fringe, Happy Endings, The Good Wife | 3 Comentários »

26 Sep 2011

A saída de Steve Carell e o futuro de The Office

Não sou muito fã das últimas duas temporadas de The Office. O texto já não tinha a qualidade dos primeiros anos, o que não é de graça, já que Greg Daniels abandonou o posto de showrunners e levou junto Michael Schurr pra criar Parks and Recreation. Além disso, a dupla Gene Stupnitsky/Lee Eisenberg saiu para fazer cinema. Assim, sem quatro dos principais roteiristas, quando Carell anunciou que sairia da série, todos esperavam pelo pior, o pulo do tubarão, essas coisas.

Pois bem, a turnê de despedida de Michael rendeu alguns episódios bem interessantes, como ‘Threat Level Midnight’, a van premiere do filme caseiro na qual Scott trabalhou por anos e anos. O tipo de episódio, que apesar de ser engraçado por seus próprios méritos, ganha força por sabermos que ele faz parte desse grande arco de Adeus do personagem. Além dos já clássicos ‘Garage Sale’ (Michael pede Holly em casamento) e ‘Goodbye Michael’ (auto-explicativo).

Parênteses pra explicar um pouco de estratégia comercial da NBC: como Steve Carell se transformou numa estrela de cinema (protagonizando principalmente comédias de gosto questionável, apesar de achar que ele podia muito bem ter sido indicado ao Oscar por Pequena Miss Sunshine, enfim divago) a emissora achou que devia substituir o leading man de um de seus únicos hits (lembrando que a audiência de The Office gira na casa dos 7-8 milhões – como diria Jack Donaghy, não são tempos excitantes como na época de ER e Friends) por outro pessoa igualmente conhecida. Continue lendo este post »

26 September, 2011 at 22:48 by cavalca

Posted in The Office | 1 Comentário »

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