Archive for September, 2006
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Friends sempre foi uma das minhas séries preferidas. Mas, por um motivo ou outro, eu sempre empurrava com a barriga a maratona com as últimas cinco temporadas. Pecado devidamente corrigido nesses últimos dias. E Oh. My. God. Tem como não se contagiar com seis personagens tão marcantes e charmosos?
Mesmo não sendo tão engraçada quanto um Seinfeld ou um Arrested Development, Friends merece seu lugar no Olimpo das sitcoms justamente por contar com seis protagonistas nada menos do que brilhantemente interpretados. O papel da vida de cada um deles, sem a menor sombra de dúvida.
Outro fator que contribui com toda a aura em cima da série, é a facilidade que ela tem de nos emocionar. Aproveitando-se da ligação/identificação/amor que todos sentimos por eles, são incluídos diversos elementos dramáticos ao longo das temporadas, que invariavelmente funcionam, e que não raro, nos levam as lágrimas. No último episódio, eu basicamente já sabia de tudo que ia acontecer, mas mesmo assim, o choro veio mais forte do que nunca na cena em que Rachel aparece na porta do apartamento de Ross, ou na última tomada, mostrando o apartamento vazio.
Eu sempre tive essa idéia pré-concebida de que, com o passar das temporadas, a qualidade da série iria despencar. Não foi isso que aconteceu, de maneira nenhuma. Como o forte de Friends nunca foi o texto em si (não que ele seja ruim, fique bem claro), mas sim as interpretações, o tempo não é algo necessariamente ruim.
Apesar disso, nas últimas duas temporadas, os episódios começam a ter uma dinâmica meio estranha. Os personagens não estão sempre reunidos como antes. Uma cena do sexteto tomando café no Central Perk se tornou coisa mais rara. Mas tal mutação tem explicação: como eles (intérpretes e personagens) estão cada vez mais atarefados, tal tipo de diversão “fútil” passa a ser perda de tempo. Uma chef renomada, uma executiva do mundo da moda, um professor universitário, um publicitário e um ator de novelas, todos na casa dos 30 devem ter mais o que fazer. Apesar de que, Joey, nesse final de série, parecia quase um desempregado. Filmar uma novela deveria ser muito mais exaustivo. Mas acaba sendo ele, no final de contas, o elo entre o espectador: receoso da inevitável separação, Joe se mostra extremamente descontente com tudo aquilo.
Pra terminar, dois rankings. O primeiro, dos 10 melhores episódios da série. Um de cada temporada. Serve pra mostrar a regularidade da série. O critério foi o mais variável possível. Alguns estão na lista porque estão estre as coisas mais engraçadas que já assisti. Outros entraram por causa de sua dramaticidade e “momentos Ahhhhh”. Em ordem cronológica:
· The One With The Blackout (1×07)
· The One With The Prom Video (2×14)
· The One Where No One’s Ready (3×02)
· The One With The Embryos (4×12)
· The One Where Everybody Finds Out (5×14)
· The One With The Proposal (6×23-24)
· The One With The Holiday Armadillo (7×10)
· The One With The Rumor (8×09)
· The One With Rachel’s Other Sister (9×08)
· The Last One (10×19-20)
O segundo é um ranking de participações especiais (ou guest stars). E aqui vai uma pequena crítica a série: Friends é, de longe, a série com o maior número de convidados famosos (muitos com carreira firmada no cinema e até ganhadores de Oscar), mas todo esse status nem sempre representa talento pra comédia. Foi relativamente difícil catar esses nomes:

5º Lugar: Christina Applegate – ela nem é a melhor coisa do primeiro episódio em que aparece, mas o todo é tão espetacular que a sua Amy Green acabou merecendo entrar nesse
Top.


3º Lugar: Brad Pitt – além do texto maravilhoso do episódio em que participa, Pitt consegue se destacar graças ao seu timing cômico apuradíssimo. E não deixa de ser irônico que, depois de fazer parte do Clube “Odeio Rachel Green”, ele tenha se separado de Jannifer Aniston.
2º Lugar: Alec Baldwin: o personagem dele era tão amalucado que conseguiu espantar até mesmo Phoebe. Já estou contando as horas para a estréia de 30 Rock, nova comédia estrelada por ele.
1º Lugar: Bruce Willis – só o monólogo dele em frente ao espelho (“You are the man. You are THE man! I’m just a love machine… Huh! Show time!”) já vale uns 7 ou 8 Emmys. Pena que ele só podia levar um…

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Nessa terceira parte da trilogia, o argumento chega a ser até mais simples do que o de seus antecessores. Um cientista desenvolve um soro, que pode “curar” os mutantes. A questão é: ser mutante é uma doença?
Perder Bryan Singer (que foi dirigir Superman – O Retorno) não foi bom, mas Brett Ratner soube dar conta do recado. O pior aspecto dessa substituição é que Ratner definitivamente não possui o mesmo vigor estético de Singer. Nenhuma das cenas de O Confronto Final possui, por exemplo a plasticidade do ataque de Noturno contra presidente, na abertura do segundo filme.
Mas se a direção deixa um pouco a desejar, o mesmo não pode se dizer do roteiro. O número de mortos e feridos entre os protagonistas e antagonistas alcança níveis impensáveis até então, mostrando que a série pode muito bem se reinventar daqui pra frente.
No campo das atuações, o filme vai bem, obrigado. Patrick Stewart e Ian Mckellen interpretam com paixão seus respectivos papéis. Um dos aspectos mais fascinantes do filme, é que a posição de ambos (o mocinho e o vilão, pros desavisados) é a mesma, o que muda são os métodos empregados. As novidades do elenco ficam por conta de Kelsey Grammer, que vive Frasier, digo, Fera, um mutante que ocupa um cargo de alto escalão do governo americano (demonstrando a importância que a classe tem, ou deveria ter) e Ellen Page (revelada em Hard Candy, ainda inédito por aqui) como Jubileu, cuja habiladade consiste em atravessar paredes.
Prejudicado pelo ritmo corrido – o filme é o mais curto da trilogia – X-Men: O Confronto Final oferece muita diversão e reflexão. E o melhor de tudo: a seqüência já parece estar garantida. Ou alguém duvida disso depois das duas últimas cenas (uma antes e outra depois dos créditos) ?
Se continuar nesse ritmo, com certeza vai estar entre as melhores séries da temporada (novamente). Demais, demais, demais.
Pronto, cabei. Tem séries que eu ainda vou ver, mas que acabarão não entrando nesse ranking. Aí está:
#01. Alias (All The Time in The World) – 10
#02. House (No Reason) – 9,9
#03. Battlestar Galactica (Lay Down Your Burdens – Part 2) – 9,8
#04. Lost (Live Together, Die Alone) – 9,7
#05. Veronica Mars (Not Pictured) – 9,6
#06. Prison Break (Flight) – 9,5
#07. 24 Horas (Day 5: 6:00 A.M.-7:00 A.M) – 9,4
#08. Arrested Development (Development Arrested) – 9,3
#09. Extras (Patrick Stewart) – 9,2
#10. Rome (Kalends of February) – 9,1
#11. The 4400 (Mommy’s Bosses) – 9,0
#12. Smallville (Vessel) – 8,9
#13. The Office (Casino Night) – 8,8
#14. Everybody Hates Chris – (Everybody Hates Father’s Day) – 8,7
#15. Desperate Houseviwes (Remember) – 8,6
#16. Grey’s Anatomy (Deterioration of the Fight or Flight Response + Losing My Religion) – 8,5
#17. My Name is Earl (Number One) – 8,4
#18. The New Adventures of Old Christine (A Fair to Remember) – 8,3
#19. The OC (The Graduates) – 8,2
#20. CSI (Way To Go) – 8
#21. Nip/Tuck (Quentin Costa) – 5
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E daqui a pouco, eu começo a terceira temporada de House.
No último domingo, fui assaltado quando estava indo ao cinema assistir A Dama na Água. Agora eu descobri o que fiz de errado para isso acontecer:
David Nutter +
Nova York +
Conspiração +
Paranóia Terrorista +
Atentado Terrorista +
Cliffhanger
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Chega logo, janeiro.

Justice
Série nova do spydaddy, digo, de Victor Garber (a culpa é sua, Ìtalo…). É uma espécie de Boston Legal meets CSI. Se não tem os diálogos de David E. Kelley, tem toda uma cara high-tech. Isso tem um lado bom (algumas transições de cena são belíssimas) e um outro nem tanto (algumas inventividades com a câmera foram desncessárias).
Garber está ótimo como o advogado-asskicker-que-se-acha. E ele e a equipe dele fazem tudo de forma tão profissional, que as vezes até parece que se está assistindo CSI (não por acaso, as duas são produzidas por Jerry Bruckheimer).
E o final do episódio teve uma sacada maravilhosa. Depois do veridito ter sido dado, nós vemos o que realmente aconteceu na hora do suposto crime. Só acho que esse desfecho poderia ser um pouco mais cínico, dada a natureza do programa e dos personagens. Mas isso está longe de ser um problema grave.
Chegou a hora de eleger os melhores da temporada 2005-2006. Depois de assistir as principais série, escolhi os vencedores.
Estou sem muito saco de comentar categoria por categoria, mas quem acompanha meus comentários aqui e no Teleséries, sabe o que eu penso de cada série/ator/atriz premiado(a).
Série Drama
Battlestar Galactica – 2ª Temporada
House – 2ª Temporada
Lost – 2ª Temporada
Prison Break – 1ª Temporada
24 Horas – 5ª Temporada
Série Comédia
Arrested Development – 3ª Temporada
My Name is Earl – 1ª Temporada
Everybody Hates Chris – 1ª Temporada
Extras – 1ª Temporada
The Office – 2ª Temporada
Série Nova
Everybody Hates Chris
Extras
My Name is Earl
Prison Break
Roma
Ator Drama
Edward James Olmos – Battlestar Galactica
Hugh Laurie – House
Julian McMahon – Nip/Tuck
Kiefer Sutherland – 24 Horas
Matthew Fox – Lost
Atriz Drama
Kristen Bell – Veronica Mars
Jennifer Garner – Alias
Joely Richardson – Nip/Tuck
Mary McDonnell – Battlestar Galactica
Polly Walker – Roma
Ator Comédia
Charlie Sheen – Two and a Half Men
Jason Bateman – Arrested Development
Jason Lee – My Name is Earl
Steve Carell – The Office
Zach Braff – Scrubs
Atriz Comédia
Felicity Huffman – Desperate Housewives
Julia Louis-Dreyfus – The New Adventures of Old Christine
Marcia Cross – Desperate Housewives
Tichina Arnold – Everybody Hates Chris
class="MsoNormal" style="margin-bottom:12pt;text-align:justify;">
Ator Coadjuvante Drama
Terry O´Quinn – Lost
Gregory Itzin – 24 Horas
Naveen Andrews – Lost
John Glover – Smallville
Peter Stormare – Prison Break
Atriz Coadjuvante Drama
Chandra Wilson – Grey’s Anatomy
Jean Smart – 24 Horas
Katee Sackhoff – Battlestar Galactica
Kate Walsh – Grey’s Anatomy
Sandra Oh – Grey’s Anatomy
Ator Coadjuvante Comédia
David Cross – Arrested Development
Ethan Suplee – My Name is Earl
Rainn Wilson – The Office
Tony Hale – Arrested Development
Will Arnett – Arrested Development
Atriz Coadjuvante Comédia
Ashley Jensen – Extras
Jaime Pressly – My Name is Earl
Jessica Walter – Arrested Development
Jenna Fischer – The Office
Nicolette Sheridan – Desperate Housewives
Episódio Drama
Alias – “All the Time in the World”
Battlestar Galactica – “Downloaded”
Grey’s Anatomy – “What Have I Done To Deserve This?”
House – “Euphoria”
House – “No Reason”
Lost – “Man Of Science, Man Of Faith”
Prison Break – “Go”
Smallville – “Hidden”
24 Horas – “Day 5: 7:00 A.M.-8:00 A.M.”
24 Horas – “Day 5: 7:00 P.M.-8:00 P.M.”
Episódio Comédia
Arrested Development – “Developement Arrested”
Arrested Development – “S.O.B.s”
Arrested Development – “The Ocean Walker”
Everybody Hates Chris – “Everybody Hates the Pilot”
Extras – “Kate Winslet”
My Name is Earl – “Joy’s Wedding”
My Name is Earl – “Y2K”
The Office – “Christmas Party”
The Office – “Dwinght’s Speech”
The Office – “Take Your Daughter to Work Day”
Elenco Drama
Battlestar Galactica
House
Lost
Nip/Tuck
24 Horas
Elenco Comédia
Arrested Development
Desperate Housewives
Everybody Hates Chris
My Name is Earl
The Office
Ator Convidado
Henry Ian Cusick – Lost
Jeffrey Dean Morgan – Grey’s Anatomy
Martin Sheen – Two and a Half Men
Michael Emerson – Lost
Patrick Stewart – Extras
Atriz Convidada
Charlize Theron – Arrested Development
Kate Burton – Grey’s Anatomy
Kate Winslet – Extras
Kathryn Joosten – Desperate Housewives
Lena Olin – Alias