Archive for February, 2008
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Filme: Onde os Fracos Não Têm Vez
Diretor: Joel e Ethan Coen (Onde os Fracos Não Têm Vez)
Roteiro Original: Juno
Roteiro Adaptado: Onde os Fracos Não Têm Vez
Ator: Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)
Atriz: Julie Christie (Longe Dela) Marion Cottilard (Piaf – Um Hino ao Amor)
Ator Coadjuvante: Javier Bardem (Onde os Fracos Não Têm Vez)
Atriz Coadjuvante: Tilda Swinton (Conduta de Risco)
Fotografia: Onde os Fracos Não Têm Vez Sangue Negro
Montagem: O Ultimato Bourne
Direção de Arte: Sangue Negro Sweeney Todd
Figurino: Desejo e Reparaçã Elisabeth
Maquiagem: Piaf – Um Hino ao Amor
Trilha Sonora: Desejo e Reparação
Canção Original: Once
Edição de Som: Transformers O Ultimato Bourne
Mixagem de Som: Transformers O Ultimato Bourne
Efeitos Especiais: Transformers A Bússola de Ouro
Filme Estrangeiro: Os Falsários
Animação: Ratatouille

(atenção, o texto abaixo contém spoilers sobre o final de Life on Mars)
Gene Hunt está de volta! A BBC aproveitou o sucesso de Life On Mars e do fantástico personagem de Philip Glenister e encomendou uma sequência a toque de caixa (‘toque de caixa’, para a TV inglesa, é produzir 8 episódios em 10 meses, vejam bem). Se nosso elo com a Manchester de 1973 era Sam Tyler (John Simm), agora o papel é desempenhado pela bela Alex Drakes (Keeley Hawes), uma policial que trabalha com profiles que estudou a fundo o caso de Tyler, que se suicidou em 2006. Read the rest of this entry »
(Hora de deixar de ser desleixado com o blog. Ou não.)
E o melhor filme de 2007 é…

(Ratatouille; dir: Brad Bird; 2007)
Não que seja uma surpresa. Uma parcela razoável de blogs o considerou o melhor filme do ano passado. Os motivos são mais que conhecidos: diversão de primeira linha, uma reflexão poderosíssima sobre a crítica de arte (sobre emissores e receptores dela, vale dizer) e uma técnica não menos do que impecável. E tudo embalado pela genial trilha do OSCAR NOMINEE (sim, eu encho a boca pra dizer) Michael Giacchino. Obrigado por existir, Brad Bird. O bom cinema precisa de gênios como você.
E o meu top 20 de melhores filmes lançados comercialmente no Brasil em 2007 ficou assim:
01. Ratatouille (Brad Bird)
02. Ponte Para Terabítia (Gabor Csupo)
03. Borat (Larry Charles)
04. A Rainha (Stephen Frears)
05. O Hospedeiro (Joon-ho Bong)
06. O Ultimato Bourne (Paul Greengrass)
07. Quebra de Confiança (Billy Ray)
08. Zodíaco (David Fincher)
09. Tropa de Elite (José Padilha)
10. Lady Vingança (Chan-wook Park)
11. Santiago (João Moreira Salles)
12. Ligeiramente Grávidos (Judd Apatow)
13. Superbad (Gregg Mottola)
14. Sob Suspeita (Sidney Lumet)
15. Império dos Sonhos (David Lynch)
16. Viagem a Darjeeling (Wes Anderson)
17. Sunshine (Danny Boyle)
18. A Conquista da Honra (Clint Eastwood)
19. O Assassinato de Jesse James (Andrew Dominik)
20. Os Donos da Noite (James Gray)
Destaques do ano:
Roteiro: Ratatouille Borat – pra quem não olha com muita atenção, pode parecer uma simples sucessão de esquetes, mas a costura entre elas é acima da média. E se considerarmos que as réplicas de Sacha Baron Cohen às reações de suas vítimas estavam de alguma forma no papel (o script foi indicado ao Oscar, ou seja, supõe-se que boa parcela dos tantos diálogos supostamente improvisados já estava roteirizada), o grau de inteligência aqui é muito acima da média.
Ator: Chris Cooper (Quebra de Confiança) – na melhor atuação de sua carreira (e olha que sou FÃ dele em Beleza Americana), Cooper cria um personagem dos mais complexos, naquele que foi o melhor thriller do ano passado (e provavelmente o melhor filme de 2007 que ninguém viu, infelizmente). Ah, não caí na tentação de eleger Wagner Moura, mas ele está quase tão bem quanto Cooper.
Atriz: Helen Mirren (A Rainha) – precisa comentar?
Atuações Coadjuvantes – eu olho e olho as minhas listas e não vejo nenhum nome que me faça ferver o sangue de felicidade, talvez só o do Michael Sheen (Mirren não poderia ter um parceiro de cena mais competente). Mas como a função dos destaques é ‘distribuir a riqueza’, faz de conta que eu não disse a frase anterior.
Aspectos Técnicos – empate entre Transformers e O Ultimato Bourne – o primeiro teve a melhor ‘barulheira’ do ano passado (saí do cinema com dor de cabeça) e merece ganhar o Oscar nas duas categorias de som. E e o filme não é ruim não. E Bourne é a prova de que só Paul Greengrass sabe filmar a 120 cortes por minutos e ser visualmente arrebatador (fuga pelos telhados? perseguição de carro no final?).
Trilha Sonora – Ratatouille O Assassinato de Jesse James – grande trilha, vinda de dois compositores que eu honestamente desconhecia. A última faixa é particularmente tocante (assim como o final do filme).