Archive for April, 2008
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Olha, eu juro que tentei gostar tanto quando a Fer ou o Eric. It’s Always Sunny in Philadelphia tem idéias muito boas aqui e li, mas na maioria das vezes, não chega a ser engraçado a ponto de me fazer cair na risada.
O primeiro episódio já me deixou trocando orelha. Um programa cujo principal mote é o fato de seus personagens serem politicamente incorretos mostra no piloto eles lidando com gays e negros? Parece que eles andaram lendo alguma apostila desse subgênero. Em seguida, um deles precisa lidar com uma criança extremamente irritante, mas em nenhum momento ele levanta a mão para o pirralho, nem off camera. Bem menos transgressor que o esperado. Read the rest of this entry »
Então chegou a hora. Depois de mais de duas horas elaborando a lista, cheguei naqueles que hoje são os 50 melhores episódios de seriados que a TV já produziu. Eu creditei o(s) roteirista(s) e o diretor de cada um deles, bem como adicionei a data de exibição original (e é esse o critério usado para postar os nomes – porque eu honestamente não conseguiria separá-los em ordem de preferência). A idéia é ir atualizando a relação de tempos em tempos, conforme eu vá assistindo mais coisas. Mas vamos ao que interessa: Read the rest of this entry »

Três das séries mais promissoras da próxima temporada serão do canal FOX. E elas tem muito mais em comum do que a emissora. O moço da foto acima é o Ronald D. Moore, desenvolvedor do remake de Battlestar Galactica. Ele foi contratado pelo canal FOX para criar uma nova série entitulada Virtuality. Sinopse (by TVSquad): it involves a crew of a starship going on a 10-year journey to a distant solar system. To occupy themselves during they trip, they go into virtual reality machines to assume whatever identities and adventures they want. In short, it’s the holodeck. O segundo show é Dollhouse, de Joss Whedon (Buffy, Firefly), e segundo o Televisionary’s é assim: a beautiful enigma wrapped in a riddle, a gripping conspiracy story for the ages filled with urban legends, memory tampering, and long-buried secrets coming to the fore. It’s a Shakespearean story of hubris and likely vengeance, filled with sound and fury and signifying, well, lots. Por fim, a milionária Fringe, cria de J.J. Abrams, Roberto Orci, Alex Kurtzman e cujo showrunner será Jeff Pinkner (Alias, Lost). Resumo da ópera: a young female FBI agent who teams up with a scientist to investigate odd phenomena and other sci-fi happenings.
Apesar dos conceitos não serem exatamente originais (a de Joss me agrada um pouco a mais a que as outras duas), é muito bom ver que o canal está fazendo uma aposta quase certa na ficção científica, e que o fator mais importante é justamente quem está por trás das câmeras (nerds devem ser mais inteligentes que a média da população, creio).

Olhando lá atrás, lembrando da primeira vez que assisti ao piloto de Smallville, a coisa que mais me encantou foi Clark Kent, último filho de Krypton e dono de habilidades sobre-humanas, não conseguir chegar perto da menina pelo qual era apaixonado.
Qual de nós nunca sentiu essa timidez, essa incapacidade de encarar nos olhos a pessoa amada, que gaguejou e virou o rosto? Usando um colar de Kryptonita como metáfora, a série conseguiu falar muito sobre um assunto vivido por todos os adolescentes. Read the rest of this entry »