"You've been Gilmored!"
Gilmore Girls sempre foi uma série que tive curiosidade em assistir. Mas aquela coisa, né. Sete fracking seasons. As únicas séries de TV Aberta de sete temporadas que assisti em maratona foram The West Wing e Buffy. Vejam bem, estou falando de Aaron Sorkin e Joss Whedon, dois dos maiores Midas que a telinha já conheceu. Então sempre rolava aquela preguiça de ver uma série de mulherzinha criada por um casal de sobrenome engraçado que nunca foram sequer indicados ao Oscar*.
Mas a série de mulherzinha é maravilhosa. Todo o universo concebido pelos Palladino é incrível (algum chato pode reclamar que um bad-boy-revoltado ser um leitor voraz não tem um pingo de verossimilhança, mas a graça é justamente que em Stars Hollow isso acontece) e apaixonante. A Amy disse que ama todos aqueles personagens, e não é difícil perceber isso. Mesmo aqueles que são constantes vítimas dos demais habitantes da cidadezinha (como Kirk) me parecem ser tratados com extremo carinho pelos roteiros.
E que roteiros! Além do conhecido uso de humor e da velocidade dos diálogos (“Clube de debates não é um esporte” “Para os Gilmore, é” é o quote que define a série), eles também acertam em cheio nos momentos mais sérios (o final do episódio do baile, na primeira temporada é de cortar o coração).
O elenco é todo bom. Meus destaques pessoais são Scott Peterson (tiradas lacônicas + deadpan delivery = gamei) e Kelly Bishop, cuja Emily Gilmore consegue ser chata, irônica, inteligente, stressada e preocupada, muitas vezes ao mesmo tempo. E claro, qualquer menção ao elenco de Gilmore Girls nunca vai poder deixar de fora ela, a diva, a deusa, a mãe de todas as MILFs: Lauren Graham. Nem vou perder tempo descrevendo os dotes (artísticos ou não) da beldade. Christopher estava certo quando perguntou: quem não gostaria de ser beijado por uma Garota Gilmore?
Terminei a primeira temporada desta maravilha recém descoberta e já estou dando meus pulinhos para assistir o resto. Programa mais-que-obrigatório.
*Sorkin foi script doctor de A Lista de Schindler e Whedon é um dos roteiristas de Toy Story. Na verdade, não me importo muito com Oscar, eu gosto mesmo é de fazer essas referências nos meus textos, hehe.
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Publicado originalmente pelo TeleSeries.
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A primeira vez que vi Gilmore Girls foi no SBT, vi menos da metade de um bloco, prestando atenção em qualquer outra coisa. Daí é óbvio que não gostei e tirei as conclusões precipitadas que mencionaste: série de mulherzinha. E como eu nunca quis ser mulherzinha (sempre me vi com uma personalidade além do universo cor de rosa reservado para as gurias) não quis ver a série.
Mas um tempo depois dei outra chance e apaixonei. A série não é de mulherzinha, ou melhor, é de mulherzinha, mas de mulherzinhas além do universo cor de rosa.
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BLOG HOPPING HERE…..have a nice and beautiful day,take care
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“Mãe de todas as MILFs” é uma expressão totalmente excelente em vários níveis!
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Eu sou extremamente tarada por essa série. Acho genial, diálogos maravilhosos e ela fica cada vez melhor. É incrível ver a Rory novinha e depois na faculdade, toda adulta, toda importante. A Lauren Graham é ma-ra-vi-lho-sa e eu até hoje fico vendo as semelhanças físicas entre ela e a Alexis Bledel. Acho que vou ver (e chorar) eternamente com essa série.
Achei muito bom o comentário sobre a Kelly Bishop! Ela é bem assim mesmo. Impossível não odiar e amar ela ao mesmo tempo.
Tu que estás vendo a série desde o início, tem alguma menção de porque a Rory e a Lorelai tem o mesmo nome? Não me lembro dessa.
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Valeu,Paulo! Visito teu blog quase todos os dias, um dos meus preferidos. Abração!
Lu, a Lorelai teve um surto de feminismo quando estava no hospital e, somada às drogas do parto, resolveu dar o mesmo nome dela à filha.
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Vou te dizer que o momento mais deseperador da minha existência foi o segundo em que eu descobri que eu era a Emily Gilmore. Sim, eu sou a Emily Gilmore daqui a 40 anos. É ou não desesperador?
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É.
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sem querer cliquei numa setinha, no canto superior direito da tela. era o tal ‘go to a random blog…’
claro que a curiosidade falou alto e parei neste post.
gilmore girls é duca.se eu tivesse a oportunidade, veria todos os episódios novamente. do tipo, tirar uma semana de férias e assisir uma temporada por dia.hah.
tenho certeza que vc vai adorar.
baideuei, um abraço.
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[...] “(…)mas a série de mulherzinha é maravilhosa. Todo o universo concebido pelos Palladin… [...]
Nossa, acho que Gilmore Girls foi a primeira série que eu realmente amei. Minha mãe que me apresentoiu e nós sempre víamos juntas, então a série sempre vai ter um lugar MUITO especial no meu coração.
A única parte ruim foi quando a Amy SHerman saiu e o maldito David Rosenthal resolveu transformar a série em um dramalhão. Mas a série ainda vale pelas primeiras temporadas.
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cavalca Reply:
December 19th, 2009 at 7:01 pm
só lembrando que quem colocou a lorelai na cama do chris foram os palladinos, e não o rosenthal.
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Julia Reply:
December 22nd, 2009 at 10:05 am
Eu sei, mas apesar de esse não ter sido exatamente o meu plot favorito da série, acho que teria sido executado de uma forma muito melhor se os palladinos ainda estivessem lá. Pra mim Gilmore Girls era uma série onde o “tom” e o ritmo dos personagens e da série, era quiase tão importante quanto o enredo, e foi isso que se perdeu, pra mim, quando eles saíram
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