Archive for January, 2009
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O Curioso Caso de Benjamin Button (David Fincher) – Um bom e velho pastel de vento. Altamente constrangedor o Fincher ser indicado ao Oscar por esse aqui ao invés de algum dos seus filmes anteriores (e com um agravante: Zodíaco e Seven são muito mais Academy-friendly do que, digamos, um Extermínio ou Paranoid Park). Brad Pitt decente, mas novamente, nada comparado às outras parcerias deles com o diretor. Parte técnica não e nada demais. E as comparações com Forrest Gump são meio preguiçosas, né? Ponto alto do filme é o Benjamin narrando o acidente (“se tal coisa não tivesse acontecido”). Só.
O Lutador (Darren Aronofsky) – Filmão. O melhor dessa safra do Oscar (Batman e WALL-E não contam). Tirando o tique do diretor de ficar filmando o pessoal de costas com a câmera na mão, não tenho nada a reclamar. Pra quem tava fazendo o Wolverine engolir leite de pau a coisa de dois anos atrás, é uma evolução notável. Mickey Rourke fudidamente bom. Ele fez o que eu duvidava: igualou o nível do Frank Langella em Frost/Nixon. E a Tomei é uma tiazona altamente pegável, hein. Momento genial: NINTENDINHO! Outra cena foda foi ele entrando na padaria do supermercado pra trabalhar pela primeira vez. E ganha pontos extras por terminar no momento perfeito.
Dúvida (John Patrick Shanley) – Ugh, medíocre. A melhor coisa não são nem as atuações como todos dizem, mas sim o casting em si. Já que o trio principal já cansou de oferecer trabalhos melhores. Amy Adams voltou a fazer a jovem inocente (depois de já ter feito um papel diferente no divertido Miss Pettigrew Lives for a Day, inédito no Brasil). Meryl Streep interpreta uma bruxa-má saída de um desenho da Disney (cena constrangedora do ano: trovão logo após ela dizer “Sim”). Tá, o PS Hoffman tá bem (mas é menos pela composição dele e mais pela cara de padre pedófilo que ele tem mesmo) e a Viola Davis meio que rouba o filme em uma cena, mas nada que tenha me impressionado. A fotografia (do Deakins!) é feia, não conseguindo perder o ranço de adaptação de peça de teatro. E pelamor, orquestrar todo o filme em torna do tipo de estratégia usada pela personagem da Streep em pleno século XXI é o ó. Que indacassem o roteiro do Batman, e não esse troço.

Escrito e dirigido por Ronald D. Moore.
Ron Moore que de burro não tem nada, escolheu um episódio fácil para fazer sua estreia na direção. Nada de grandes explosões (literais ou metafóricas) ou revelações. É mais um setup para eventos futuros.
Dito isso, o traquejo político da família Adama é digno de Yeda Crusius, puta que pariu. Custava o Lee fazer uma exposição para o quórom das vantagens de se trocar a porra dos motores? Boa retórica ele tem (cena dele com a Dee, semana passada). Por mais que eu queira torcer pelo Old Man, não dá pra chamar Zerek e Gaeta de vilões, não mesmo. Alias, Zerek é o mais próximo de um político de verdade que já apareceu na série, o que é ótimo para um programa que tem pretensões de ser um espelho da realidade como Battlestar Galactica. Read the rest of this entry »

Escrito por Jane Espenson e Seamus Kevin Fahey. Dirigido por Wayne Rose.
O grande defeito de The Face of the Enemy é saber que usaram um material tão bom em websodes, ao invés de colocá-lo num episódio regular da série.
Os acontecimentos são situados entre Sometimes a Great Notion e A Disquiet Follows My Soul e apesar de não serem essenciais para entender os rumos da série, são a maior exposição que a série já deu à Felix Gaeta. Agora podemos compreender mais claramente as motivações dele em Disquiet. Read the rest of this entry »

Escrito por David Weddle e Bradley Thompson. Dirigido por Michael Nankin.
(SPOILERS, SPOILERS e SPOILERS. Considerem-se avisados.)
Frak you, Sepinwall. Prometi a mim mesmo que não leria os textos dele sobre os episódios finais de BSG antes de escrever os meus. Mas eis que acesso o fórum e leio uma frase dele que se encaixa perfeitamente aos meus pensamentos sobre Sometimes a Great Notion.
Chamou-me a atenção as semelhanças entre BSG e Lost que apareceram mais uma vez (e não falo apenas dos personagens complexos e do fim definido que ambas tem). Assim como na série de J.J.Abrams, a problemática inicial foi se tornando mais complexa com o passar do tempo. Não basta sair da ilha ou encontrar a terra. Os objetivos agora são maiores que esses. Read the rest of this entry »

Filme – O Nevoeiro

Diretor – Andrew Stanton - WALL-E

Roteiro Adaptado - Queime Depois de Ler

Roteiro Original – Na Mira do Chefe

Elenco – O Cavaleiro das Trevas

Ator – Daniel Day-Lewis (Sangue Negro)

Atriz – Julie Christie (Longe Dela)

Ator Coadjuvante – Heath Ledger (O Caveleiro das Trevas)

Atriz Coadjuvante – Vanessa Redgrave (Desejo e Reparação)

Fotografia – Desejo e Reparação

Hora de fazer um jabazinho básico. Se você é um dos 17 fieis leitores desse blog e gostaria de visitar um espaço bacana para discutir séries, filmes, o universo e tudo mais, cadastre-se no fórum Séries 24 Horas (sem relação direta com o nome da série, a idéia veio a partir de um tweet da Thata), criado pela minha (não tão) humilde pessoa. O link tá aí embaixo.

Animação - WALL-E

Canção – ‘Lies’ (de Apenas Uma Vez)

Trilha Sonora – WALL-E

Som – WALL-E

Montagem – Não Estou Lá

Desenho de Produção – Sweeney Todd

Efeitos Especiais - Cloverfield – Monstro

FILME
DIRETOR
ROTEIRO ORIGINAL
ROTEIRO ADAPTADO