Archive for August, 2009
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Exibido originalmente em 06/02/2009. Escrito por Michael Angeli. Dirigido por Wayne Rose.
Do jeito que a coisa vai, só o Hot Dog chega vivo no último episódio.
Como diria Galvão Bueno, haja coração pra esses episódios finais de Battlestar Galáctica. Tão eletrizante quanto o da semana passada, Blood on the Scales encerrou de vez o arco da rebelião, que sim, acabou, mas não sem deixar conseqüências.
Vamos falar primeiro do que eu não gostei: falsa execução do Adama. Claramente uma cena feita pra mostrar nas promos, óbvio que ele não seria morto aqui (quer dizer, o RDM até tem culhões de matar o velho, mas não faltando tantos episódios pro fim – quem sabe na series finale). Um comentário do blog do Sepinwall matou a charada: Adama nunca seria executado com uma venda nos olhos. E se no review de The Oath eu disse que uma das grandes sacadas era não colocar Zerek e Gaeta como vilões, nesse aqui, por um momento, tinha achado que eles se passaram. “P#tam$rda, o Zerek criou bigodinhos!” – pensei na cena da execução do quórum.
Mas lendo algumas coisas, vi que, embora os atos dele não sejam nada louváveis, ele fez aquilo porque acreditava que estava fazendo o bem (embora o roteiro tenha espertamente colocado ele se intitulando “Mr. President” – fome de poder é o que há). Além disso, se criou um contraste bacana entre as atitudes práticas/realistas dele com a ingenuidade de Gaeta (a vontade dele de dar um julgamento à Adama e não executá-lo o mais rápido possível colocou tudo a perder).
Por falar nele, deu pra sentir que o episódio foi muito mais carinhoso com ele do que com Tom. Com direito a última conversa (com cigarros e cafezinhos) ao lado de Baltar e a última fala do episódio (“It stopped” – que obviamente significa muito mais que o simples fim da dor/comichão na perna dele). Read the rest of this entry »
Exibido originalmente em 30/01/09. Escrito por Mark Verheiden. Dirigido por John Dahl.
Como bem definiu Cardoso (patriarca da meritrocacia informal da internet) em seu twitter, esse aqui foi 42 minutos sem tirar. Episódio daqueles que usamos como argumento para bater no peito e dizer como a série é fantástica.
Muitas cenas OMFG (Kara atirando no soldado que estava PENSANDO em atirar nela, Adamão e Tigh tomando as armas dos guardas, etc). Mas eu me arrepiei mesmo foi quando o Adamão URROU (no melhor estilo Clint Eastwood) quando lhe tomaram a sala de comando.
Esse aqui não teve muitas reflexões (segredinho do Felix? Deve ser aquilo visto em The Face of the Enemy mesmo). Foi ancorado mais no crescente da rebelião e nas cenas de ação e diálogos causadas por ela.
Melhor quote foi do Lee:
“You wanna know why Tom Zarek’s got so much clout in this fleet? Because when you get past the arrogance, he’s right.”
Só numa série como Battlestar Galacitca para os atos dos ‘vilões’ serem totalmente justificados. E o gancho foi cruel, muito cruel. Babando pelo próximo. Só 7 pra acabar!
(ou: a única maneira de ressuscitar esse blog será através de posts curtos).
Onze episódios, sendo dez impecáveis (nível A- pelo menos). O único tropeço foi o da semana passada (Brenda on crack = errrrrrrrrrrr). Incrível como eles ainda estão conseguindo soar originais e impactantes na quinta temporada (!) de um policial procedural (!!). Até o Provenza (que apesar do intérprete brilhante, é um dos personagens de concepção mais simples) ganhou cores novas esse ano.
E pensar que o pessoal passa o verão vendo Royal Pains e outras porcarias do tipo. Shame on you, guys.
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Em comemoração à vitória de Battlestar Galactica no Jerry, em breve respostarei por aqui as minhas reviews da temporada final.