Archive for September 22nd, 2009
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Exibido originalmente em 20/02/2009. Escrito por Jane Espenson. Dirigido por Robert Young.
Hora de despejar o féu.
Quando Ellen (re)acordou pra vida no episódio passado, ela não se tornou necessariamente uma pessoa melhor. Mas com a retomada de sua consciência original, pensei que ela naturalmente estivesse por dentro do grande quadro e fosse capaz de tomar decisões racionais (seja a favor dos cylons ou dos humanos).
Não foi o que aconteceu.
Tudo que ela fez foi azucrinar o coitado do Saul. Jogou na cara da Caprica Six que transou com ele (eu esperaria isso de uma das patricinhas de Gossip Girl, não da pessoa mais bem informada do universo) e ainda por cima ficou fazendo lobby pros cylons voltarem pra baseship não porque achou isso melhor pra sua raça* (como Tory acha, por exemplo), mas porque tava irritadinha com o ex-marido. Deprimente. Até tentaram arrumar isso com o diálogo do Tigh sobre a programação da crença em um Deus único, já que os próprios skinjobs não seriam flor que se cheire. Pra mim não colou.
Não sou de ficar defendendo personagens, mas vamos ao fatos: (1)ela fica enojada que Tigh está morando com uma de suas criações/filhas (uma relação edipiana, mesmo que ele não soubesse disso), mas lembram o que Ellen fazia com Cavil em Nova Cáprica (e isso ainda por cima era um double Edipo)? (2)Ela havia MORRIDO, pombas. Taí um bom argumento contra a ressurreição: ex-esposas sem-noção que voltam do além pra encher o saco. (3) Era ela que dava mais que chuchu em feira durante o casamento deles, não ele. Faça o que digo, não faça o que faço? E a série perdeu uma ótima oportunidade de sugerir que a Six é baseada numa versão mais jovem dela (não sei se é só por causa das visões do Tigh, mas acho as duas parecidas). Read the rest of this entry »
O Sepinwall disse que a premiere de House era a melhor coisa desde o pão fatiado. Daí o bocó aqui resolveu baixar a finale da S5 pra me preparar e tal. Mas a coisa não tá boa não. É tipo o caso de Dexter só que mais grave. Texto PATETA (pra não dizer mais) que só se salva um pouco pelo elenco. Além do pessoal não ter o menor constrangimento em se repetir no que diz respeito a finales. E quem diabos decidiu transformar House numa série sobre relacionamento amorosos entre os personagens, hein. Que bosta isso.
Enfim, é bom que essa premiere seja nível “Two Cathedrals” pra eu cogitar continuar assistindo.