Archive for November, 2009
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Alguém comentou no twitter, eu cheguei a retuitar, mas ninguém deu muita bola. Então é hora de eternizar o pensamento aqui no blog: será que é coincidência que a última temporada de Lost vai começar justamente no Dia da Marmota?
Os critérios são simples. Eram elegíveis cenas de qualquer episódio da série até Revelations, já que de Sometimes a Great Notion em diante, os episódios já possuem suas reviews individuais. Eu optei por representar todas as temporasdas, e não citar mais de um momento de um mesmo episódio, a fim de deixar a lista mais abrangente. E porque 11 e não 10? Porquê a série é tão boa que dez não seriam o bastante. Então chega de conversa. A lista está em ordem cronológica:
1. A Terra não existe – Minissérie (1×00; escrito por Ronald D. Moore; dirigido por: Michael Rymer) – pra quem como eu nunca havia ouvido falar na franquia, já foi um choque “Como assim o Comandante dá aquele discurso grandioso e o objetivo final dele não existe?”. Pior deve ter sido pras viúvas da série original (“COMO ASSIM? O planeta existe na série clássica! O Adama chega a encontrá-lo!”) RDM chegou dando o tom do programa logo de cara. Eventualmente, descobrimos que a Terra de fato existe. Mas o caminho até ela é mais tortuoso do que se imagina.
2. Boomer atira em Adama – Kobol’s Last Gleaming, Parte 2 (1×13; escrito por Ronald D. Moore e David Eick; dirigido por: Michael Rymer) – apesar de não ser um cliffhanger dos mais criativos, serviu pra mostrar que (1) ninguém está a salvo, nem mesmo o fracking leading man da história e (2) apesar de serem um espelho da humanidade, os cylons tem o poder de nos surpreender regularmente. E pô cara, é o Adamão levando dois tiros com tudo. E a lambança que o Tigh fez enquanto o substituiu nos episódios seguintes só enriquece a temática da série. Read the rest of this entry »
Exibido originalmente em 06/03/2009. Escrito por Michael Taylor. Dirigido por Edward James Olmos.
And all hell breaks loose.
Tudo está fora de controle. Ninguém se importa mais com nada. São pensamentos como esse que passaram pela minha cabeça enquanto assistia mais este petardo. Afinal de contas, o novo quórum quer depenar a Galactica antes do cadáver esfriar (e nem Lee consegue acalmar os ânimos, mesmo soltando fogo pelas ventas); Kara nem se importa de fechar a porta do banheiro enquanto conversa com Baltar da mesma forma que não parece se incomodar quando ele propaga aos quatro ventos suas teorias sobre ela (ok, um tapa, mas convenhamos que ela é[ra] capaz de fazer muito mais que isso) e Laura e Bill não se sentem nem um pouco constrangidos de compartilhar um cigarrinho do diabo em plena enfermaria.
Tivemos momentos mais ‘pra cima’, mas eles são apenas interlúdios numa história que dificilmente terá um final feliz, como a própria cena entre Laura e Bill (numa referência a Unfinished Business, que também foi escrito por Michael Taylor) ou Boomer (que no final das contas não é assim uma vaca) se acertando com Hera, para no fim entregá-la à Cavil (e a tal ‘Colônia’ é de dar arrepios).
A despedida começou sete semanas antes, mas o sentimento agora é mais forte do que nunca. Essa será a última vez que veremos Adama e Tigh, sentados lado a lado no sofá do primeiro, compartilhando uma bebida.
Até a series finale tripla.

Pois se prepare, ela vai ganhar seu terceiro Emmy seguido no ano que vem.
Pois vejamos: Breaking Bad pode ser genial (não vi ainda, sorry), mas é da mesma emissora, e eles não vão sacrificar um bezerro de ouro só pra trocá-lo por outro.
Ninguém sabe que Friday Night Lights existe.
Ninguém sabe que The Shield acabou ano passado.
House e Grey’s Anatomy eu não preciso nem comentar, certo?
Dexter, Damages e In Treatment são boas (quer dizer, pra mim só IT é boa mesmo, me refiro ao suposto ‘consenso’ – mas certamente o pessoal gosta mais de Mad Men, ela tem mais ‘profundidade’ – me fugiu o termo que usam pra isso).
Hoje, eu diria que apenas Lost tem condições de beliscar alguma coisa. Por outro lado, a ABC tá soltando tantas séries ‘semelhantes’ nos últimos anos, que é capaz dela estar queimando suas próprias pontes para uma segunda vitória (favor lembrar que CSI parou de ser lembrado nas premiações quando a CBS lotou a sua grade com mímicas do programa).
—-
Por outro lado, vejo o quarto prêmio de 30 Rock escorrer pelos dedos deles. Mesmo que o episódio da semana passada (4×04) tenha sido o melhor da temporada.
“February on NBC!” = Morri.
Escrito por Jane Espenson. Dirigido por Edward James Olmos.
Tetas!
Não são as da Tricia Helfer, mas não deixa de ser curioso notar que, como foi lançado diretamente em DVD, The Plan não precisou se preocupar com classificação indicativa.
(pensando melhor, já que eles mandaram a censura frack itself, bem que poderia haver um pouco mais de tripas – I’m just saying).
The Plan não adiciona absolutamente nada ao universo da série. Eu a patroa demos ao especial o apelido carinhoso de ‘raspa do tacho’, já que é basicamente uma última chance de ver (alguns d)os personagens em cenas inéditas.
O telefilme faz um resumão das principais tentativas cylon de desestabilizar os humanos nas duas primeiras temporadas (a sabotagem das reservas de água, o atentado contra Adamão, o Doral-bomba, etc), mas mostrando o ponto de vista de Cavil, que reuniu um grupinho mirrado de skinjobs (duas Six, um Simon, um Doral e Leoben – além de Sharon) para fazer seu trabalho sujo. Read the rest of this entry »