Review: Battlestar Galactica – The Plan
Escrito por Jane Espenson. Dirigido por Edward James Olmos.
Tetas!
Não são as da Tricia Helfer, mas não deixa de ser curioso notar que, como foi lançado diretamente em DVD, The Plan não precisou se preocupar com classificação indicativa.
(pensando melhor, já que eles mandaram a censura frack itself, bem que poderia haver um pouco mais de tripas – I’m just saying).
The Plan não adiciona absolutamente nada ao universo da série. Eu a patroa demos ao especial o apelido carinhoso de ‘raspa do tacho’, já que é basicamente uma última chance de ver (alguns d)os personagens em cenas inéditas.
O telefilme faz um resumão das principais tentativas cylon de desestabilizar os humanos nas duas primeiras temporadas (a sabotagem das reservas de água, o atentado contra Adamão, o Doral-bomba, etc), mas mostrando o ponto de vista de Cavil, que reuniu um grupinho mirrado de skinjobs (duas Six, um Simon, um Doral e Leoben – além de Sharon) para fazer seu trabalho sujo.
É mais ou menos como The Other 48 Days de Lost, mas com um degrau ou dois a menos em termos de qualidade. Um exemplo, o roteiro não foi competente o suficiente para encaixar Tory na história (ela só aparece durante o atentado às colônias e durante uns três segundos na sequência final).
Alguns outros modelos ganharam mais o que fazer: Anders foi o personagem com o segundo maior tempo de tela: a jornada dele em Cáprica antes de Kara aparecer por lá foi bastante tortuosa. Mas o maior felizardo com a realização do filme foi Simon (Rick Worthy), que ganhou um arco dramático só pra ele, com direito a esposa e enteada. Provavelmente fizerem isso pra balancear a completa falta de escrúpulos de Cavil (SPOILER ALERT – ele chega ao ponto de esfaquear um garotinho que ficava se escondendo na sala dele).
Tricia Helfer também ganha uma última chance de brilhar ao compor mais uma variação de sua estonteando número seis: dessa vez se trata de uma impaciente prostituta (que Cavil não perdeu a chande de levar pra cama – o sobrenome do cara é Édipo).
Ela protagoniza uma das melhores cenas da fita (momento REF) ao fazer um pequeno resumo das tentativas cilônias de acabar com os humanos após o massacre das colônias. Não chega ao nível de incopetência dos administradores de uma Dollhouse, mas fez a série perder uns 2,o7% da graça – já que todos os pauzinhos que Cavil mexeu enquanto esteve nos bastidores (Dean Stockwell apareceu pela primeira vez só em Lay Down Your Burdens) serviram para (desculpe pelo meu francês) bosta nenhuma.
Outros personagens? Roslin não apareceu nem em fotografia. Starbuck, Apollo, Helo e Baltar apenas em cenas de episódios passados. E a maiores dos restantes apareceu em apenas uma ou duas cenas inéditas. E só.
Ah sim, o título pode ser interpretado como uma bela enganação, já que o tal plano de Cavil consiste em matar os humanos remanescentes a qualquer custo. Eles ainda tentaram fazer um elo com a tagline da série, fazendo com que uma das versões do Irmão (a que esteve em Caprica com Anders) se mostrasse arrependido com os rumos da guerra, mas nós já sabiámos que a versão mais reacionária ganharia a queda-de-braço.
Outros destaques: Tricia Helfer de langerie e ficar brincando de identificar se as cenas com o Adamão eram recentes ou de episódios antigos (as marcas no rosto de Olmos tornam fácil a diferenciação).
E claro, os seios a mostra. Mesmo que não tenham sido os da Tricia Helfer.
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Mas que fixação nas tettas da Tricia Hlfer hein. Pois é, foi mesmo a raspa do tacho. Serviu para um outra coisa também: aumentar a vontade de rever toda a série!
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E uma pena que não foi tão bom quanto esperava. Mas acho que já deviamos ter aprendido com Razor.
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