Archive for April, 2010
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(Tudo revisto, etc).
5×10 – Into the Woods - **/**** – Viva, ele foi embora! Próximo. Mas a participação do Xander é massa.
5×11 – Triangle – **/**** – HELLOOOOO! GAY NOW!
5×12 – Checkpoint – ***/**** - Vale pelo discurso da Buffy no final e pela revelação feita por Quentin.
5×13 – Blood Ties - ***/**** – O Spike dá uma nos dedos da Buffy que é a coisa mais linda.
5×14 – Crush - ***/**** – Não tão bom quanto Fool For Love, mas como é bom ver que eles conseguiram encaixar o Spike de maneira mais eficiente na narrativa, em comparação com a temporada anterior. O mesmo vale pro Giles, que deixou de ser um tiozinho aposentado.
5×15 – I Was Made to Love You - ***/**** – sim, é um filler sem vergonha. Mas eu acho que tem uma sensibilidade tocante.
5×16 – The Body – ************/**** – já disseram tudo sobre esse aqui. Gostaria de agredecer o pessoal que ripou o episódio por manter a faixa de comentário! É ótimo ouvir o Joss falando sobre a obra-prima dele, não se trata de uma explicação sobre (já que o episódio é bem literal), mas sim do fluxo de pensamento do cara, das dificuldades em escrever/filmar tudo, etc.
5×17 – Forever - ***/**** – se The Body é, bem, The Body, esse aqui é um episódio mais tradicional sobre a dor de perder alguém. Sequência final entre Buffy e Dawn é de escorrer lagriminha.
5×18 – Intervention - ***/**** – “His hair grows straight up and he’s bloody stupid.” – You gotta love Spike.
5×19 – Tough Love – ***/**** – Dark Willow, yeah! Pelo menos por enquanto…
5×20 – Spiral - ***/**** – Fui só eu que lembrei de Monty Python quando viu aquele monte de homem vestido de cavaleiro medieval? NI!
5×21 – The Weight of the World – cochilei nesse aqui, mas é bom e tal. Efeito do chá de camomila.
5×22 – The Gift – ****/**** – bom, tem a troca de diálogos mais doce/melancólica de todos os tempos: “Garotas inteligentes são sensuais!” “Pena você não ter pensado assim na décima série”. Snif, snif. Deve ter doído ainda mais pra quem passou anos vendo essa série, e não para ogros como eu que consomem tudo em dois meses. Mas tem muito mais: a cold open que parece uma cena extraída do piloto, mas que é elegantemente encaixada no episódio, Buffy e Giles discutindo a quantidade de apocalypses que eles já impediram, e Spike (ah, Spike). De partir o coração ele vendo o corpo da Buffy no final. E vai ter culhão pra terminar uma série assim lá na casa do baralho. Digo mais: um dos poucos episódios que eu posso dizer com propriedade que melhoram numa revisitada.
/5×06 – Family – ***/****/ – Aqui nós temos um pouco da visão (que não é lá das mais originais, admito) de Whedon sobre a família: aqueles que nós escolhemos podem ser muito mais importante do que os laços de sangue. Isso também se nota em Firefly/Serenity e nos episódios finais de Dollhouse, o companheirismo dessas pessoas é o mais puro amor fraterno.
/5×07 – Fool for Love - ***/****/ – além do já famoso roteiro/argumento, com seus diálogos e círculos narrativos formidáveis (“You are beneath me”, etc) e da interpretação tocante de Marsters (a Dani chorou no final desse aqui e não no anterior), tem um outro aspecto gritante (que ela me mostrou): a sequência do metrô/fundos do Bronze é brilhantemente montada.
/5×08 – Shadow – **/****/ – a explicação pro nome do episódio é a última coisa que você esperaria de uma série de fantasia. Tem também o Riley indo pro lado negro da força, mas quem ainda se importa com ele?
/5×09 - Listening to Fear/ – **/**** – nenhum episódio é mais X-Files que esse: citaram até Tungunska (pro delírio de certas pessoas). Mas meio bobinho, overall. (ver todo o arco envolvendo a doença da Joyce é dar aquela dorzinha do coração, mas por mais sensível que seja a abordagem, é sempre um golpe baixo com a audiência – tipo a demência da vó do Matt em Friday Night Lights).