Archive for the ‘Extras’ Category
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Louie e sua pancinha sexy
Humor, ah o humor. Como é subjetivo definir o que é engraçado e o que é ofensivo. Mas vamos tentar, OK?
Olha, eu até concordo que toda a história envolvendo o Rafinha e a Wanessa (Camargo) gerou reações muito maiores do que deveria. Mas o que mais me incomoda nessa assunto é o pessoal dizendo que o que o ex-apresentador do CQC fez não é muito diferente do que o Gervais ou o CK fazem em seus seriados e/ou stand-ups.
Sinto informar que é diferente sim.
Amiga minha compartilhou dia desses no Facebook um questionamento sobre como o que aconteceria se o Louie fizesse o mesmo bit sobre a Beyoncé, que também está grávida. Em primeiro lugar, só de imaginar o delivery dele da mesma piada eu já comecei a rir (subjetividade, etc). Porém, mesmo considerando a famosa primeira emenda estadunidense, eu não estranharia o CK encarando alguns problemas. Pra começar, a cultura do processo por danos morais é ainda mais forte nos EUA do que aqui. Além disso, mesmo atores/comediantes famosos já entraram em maus lençois por falarem bobagem (Michael Richards e, mais recentemente, Tracy Morgan). Mas o ponto principal é que esse simplesmente não é o tipo de humor que o Louis CK faz. Read the rest of this entry »

Alias – ‘Phase One’ – Escrito por J. J. Abrams. Dirigido por Jack Bender. Exibido em: 26/01/2003.
24 Horas – ‘Day 2: 10:00 P.M.-11:00 P.M’ – Escrito por Robert Cochran. Dirigido por Ian Toynton. Exibido em: 04/03/2003.
The West Wing – ‘Twenty Five’ – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Christopher Misiano. Exibido em: 14/05/2003.
Smallville – ‘Shattered’ – Escrito e dirigido por Kenneth Biller. Exibido em: 19/11/2003.
Arrested Development – ‘Pier Pressure’ – Escrito por Jim Vallely e Mitchell Hurwitz. Dirigido por Joe Russo. Exibido em: 11/01/2004. Read the rest of this entry »

Aqui. E dia 16 de dezembro tem Extras: The Extra Special Series Finale, com 80 minutos de duração. E segundo o Tim Goodman:
“It’s a stunningly great piece of work – an emotional patchwork of dark, hilarious, moving, smart and dramatic moments. Not only is it one of the best farewell episodes in TV series history – Gervais and Stephen Merchant take care to wrap up loose ends and bring the series to its pitch-perfect end – there’s real depth and diversity of emotion involved here. They didn’t just throw this one together as a bone for die-hard “Extras” fans. This is a near feature-length examination of fame, friendship and life’s disillusionment and redemption. I certainly didn’t expect that going into it and was stunned and surprisingly moved by how thoughtful (and painfully funny) the closure was.”
Ou seja, será o evento do mês.
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Edit: acabei de escutar. Não poderia deixar de postar o melhor quote da entrevista, quando Gervais é perguntado sobre o Emmy de melhor ator que ele ganhou recentemente:
”I was surprised as Alec Baldwin. And Steve Carell.”
Essa segunda temporada tem plenas condições de conseguir diversas indicações no próximo Emmy (na primeira já foram quatro). Se o formato sitcom já não anda muito em alta nos EUA, a indicação de uma comédia inglesa seria o tiro de misericórdia na criatividade ianque.
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Série Comédia (o engraçado é que toda a temporada seria usada como FYC, já que ela possui apenas seis episódios)
Ator em Comédia – Ricky Gervais (não sou um grande fã dele como ator, mas como ele interpreta ele mesmo praticamente, there is no problem)
Ator Coadjuvante em Comédia – Stephen Merchant (a caneta, a caneta…)
Atriz Coadjuvante em Comédia – Ashley Jensen
Melhor Roteiro em Comédia – “Daniel Radcliffe” – Ricky Gervais e Stephen Merchant
Melhor Ator Convidado em Comédia – Orlando Bloom
Melhor Ator Convidado em Comédia – Ian McKellen
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My Name is Earl começou bem da mesma forma, mas como diria o sábio Vidoni, Earl é aquela série divertida de se assistir, sem ser especialmente hilário. A única cena que me fez rir de verdade foi a que envolveu um balão de hélio.
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Extras também começou a sua segunda temporada. Convidado da semana: Orlando Bloom. Como é engraçado ver os atores botando os podres pra fora! “O Johnny Depp fez Edward-Mãos-de-Tesoura. E daí? Eu fiz o Legolas!“. Mas nada foi tão engraçado quanto ver Gervais tentar dirigir sua sitcom.
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“You were my Yoda!” – by Spike
Buffy está caminhando a passos largos para se tornar uma das minha séries preferidas. É legal ver como Joss Whedon foi o pioneiro de vários elementos que vemos aos montes em séries teen atuais (Smallville e Veronica Mars pra ser mais exato).
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E por fim, a estréia da terceira temporada de Grey’s Anatomy. Felizmente, Shonda Rhimes se eximiu dos tropeços da season finale passada e entregou um episódio emocionante, sem nunca (?) cair no piegas. Seria muito mais “choroso” colocar Izzie pra reconhecer o corpo de Danny, ao invés disso, foi Bailey. A cena continua tocante (principalmente, graças ao talento de Wilson), mas não fica parecendo algo “se emocionem AGORA!”.
Em diversas séries (Lost sendo o principal exemplar) cada episódio costuma ter algo como um ou dois desempenhos excepcionais. Pois aqui há nada menos do que QUATRO (!!!) atuações dignas de uma indicação ao Emmy: Oh, Wilson, Walsh e (para minha surpresa) Dempsey naquele que provavelmente foi seu melhor episódio em Grey’s Anatomy. Ele conseguiu transitar da ira (flashback da discussão com Addison, logo após ela ter dormido com o McSteamy) à emoção (ele admitindo para Meredith que é com ela com quem ele quer ficar).
Quando eu faleu de Justice mais abaixo, eu reclamei que a série não desenvolve seus personagens. Aqui é justamente o oposto. Só o monólogo de Callie (“nós todos somos atrasados sentimentalmente, todos temos 17 anos”) diz mais sobre ela (e todos os outros personagens) do que umas três temporadas do drama produzido por Bruckheimer.
E ainda tem o humor. Mesmo sendo meio bobinho, ele sempre funciona. Me peguei rindo com o destino da calcinha de Meredith no final do episódio e com a provável melhor frase do episódio, dita por ela:
“Am I the president of people with crappy lives?”
É, CSI vai ter uma missão quase hercúlea nessa temporada…