Archive for the ‘Six Feet Under’ Category
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Alias – ‘Phase One’ – Escrito por J. J. Abrams. Dirigido por Jack Bender. Exibido em: 26/01/2003.
24 Horas – ‘Day 2: 10:00 P.M.-11:00 P.M’ – Escrito por Robert Cochran. Dirigido por Ian Toynton. Exibido em: 04/03/2003.
The West Wing – ‘Twenty Five’ – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Christopher Misiano. Exibido em: 14/05/2003.
Smallville – ‘Shattered’ – Escrito e dirigido por Kenneth Biller. Exibido em: 19/11/2003.
Arrested Development – ‘Pier Pressure’ – Escrito por Jim Vallely e Mitchell Hurwitz. Dirigido por Joe Russo. Exibido em: 11/01/2004. Read the rest of this entry »

A segunda parte do ranking,que vai de maio de 2000 até dezembro de 2002 engloba um número pequeno de séries, já que ela abrange talvez as melhores fazes de Buffy, The West Wing e The Sopranos, além da passagem fulminante de Firefly pela televisão. Vamos aos nomes:
Buffy, The Vampire Slayer – ‘Restless’ – Escrito e dirigido por Joss Whedon. Exibido em: 23/05/2000.
The West Wing – ‘Noël’ – Escrito por Aaron Sorkin e Peter Parnell. Dirigido por: Thomas Schlamme. Exibido em: 20/12/2000.
Buffy, The Vampire Slayer – ‘The Body’ – Escrito e dirigido por Joss Whedon. Exibido em: 27/02/2001.
Futurama -’ The Luck of the Fryrish’ – Escrito por Ron Weine. Dirigido por Chris Louden. Exibido em: 11/03/2001.
The Sopranos – ‘Employee of the Month’ – Escrito por Robin Green e Mitchell Burgess. Dirigido por John Patterson. Exibido em: 18/03/2001.
The West Wing – Two Cathedrals – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Thomas Schlamme. Exibido em: 16/05/2001.
Buffy, The Vampire Slayer -’ The Gift’ – Escrito por Joss Whedon. Dirigido por Joss Whedon. Exibido em: 22/05/2001. Read the rest of this entry »
Se os Bluth são a família mais disfuncional da televisão para a comédia, os Fisher o são para o drama. Não que A Sete Palmos, não tenha seus momentos de humor negro (algumas das mortes que iniciam os episódios são engraçadíssimas – como a vítima de suicídio auto-erótico). Mas de uma maneira geral, a série faz reflexões não muito otimistas sobre a vida e a morte.
O elenco é estelar: Hall, Krause, Conroy, Ambrose e Jenkins, como o pai morto no episódio (e suas aparições como fantasma no decorrer da série são de fazer os roteiristas de Dexter chorarem de vergonha).
True Blood é simpática e tal, mas sempre que assisto um novo episódio da saga dos vampiros sulistas, tento evitar comparação com a sua primeira investida em televisão, pois a disputa é desleal.
E não preciso nem falar sobre os minutos finais completamente ATERRADORES, de fazer você ficar batendo com a cabeça com a parede por uns 40 minutos. E isso que não é um final intrisicamente triste. Um desfecho a altura desta grande série.