Archive for the ‘Studio 60 On The Sunset Strip’ Category
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24 Horas - ‘Day 5: 7:00 a.m. – 8:00 a.m.’ – Escrito por Howard Gordon. Dirigido por Jon Cassar. Exibido em: 15/01/2006.
Battlestar Galactica – ‘Downloaded’ – Escrito por Bradley Thompson e David Weddle. Dirigido por Jeff Woolnough. Exibido em: 24/02/2006.
Doctor Who – ‘The Girl in the Fireplace’ – Escrito por Steven Moffat. Dirigido por Euros Lyn. Exibido em: 06/05/2006.
Prison Break – ‘Go’ – Escrito por Matt Olmstead. Dirigido por Dean White. Exibido em: 08/05/2006.
House – ‘No Reason’ – Escrito por David Shore e Lawrence Kaplow. Dirigido por David Shore. Exibido em: 23/05/2006.
The Closer - ‘Critical Missing’ – Escrito por James Duff e Mike Berchem. Dirigido por Rick Wallace. Exibido em: 31/07/2006.
Studio 60 of Sunset Strip – ‘Pilot’ – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Thomas Schlamme. Exibido em: 18/09/2006.
The Office – ‘Gay Witch Hunt’ – Escrito por Greg Daniels. Dirigido por Ken Kwapis. Exibido em: 21/09/2006. Read the rest of this entry »
E 2 + 2 = 4

Texto originalmente publicado no Teleséries.
He is back, babe. Aaron Sorkin, midas da televisão americana, está com série nova no pedaço. Studio 60 On The Sunset Strip já tem a produção da primeira temporada completa confirmada e estréia por aqui em 2007.
Pra quem não conhece o trabalho de Sorkin, ele é um dos showrunners mais autorais da TV. Suas séries possuem personagens complexos, diálogos rápidos e humor do mais fino e inteligente, além de ser muito referencial (e auto-referencial). Seus universos são sempre ideais, e não reais. Explico: seus personagens são sempre mais trabalhadores, honestos e inteligentes que suas contrapartes reais.
Sorkin também anda na contramão da indústria. Depois de roteirizar dois filmes de grande sucesso de crítica – Questão de Honra e Meu Querido Presidente – decidiu que seu próximo projeto, sobre um telejornal esportivo, seria melhor aproveitado na televisão. É a origem de Sports Night, dramédia que catapultou as carreiras de Felicity Huffman (Desperate Housewives) e Peter Krause (A Sete Palmos). A série só durou duas temporadas. Depois de cancelada pela ABC, Sorkin recebeu diversas ofertas de outros canais para continuá-la. Mas ele preferiu se dedicar em tempo integral à próximo projeto.
Utilizando-se de diversos de diversos plots, partes do elenco e até mesmo dos cenários de Meu Querido Presidente, Sorkin criou sua obra prima: The West Wing, onde passamos a conhecer os bastidores da Casa Branca (usando o trocadilho do SBT). Depois de quatro temporadas (e quatro Emmys de melhor série – seguidos!), diferenças criativas fizeram com que ele fosse demitido da série pela NBC.
Três anos depois do roteiro dele ir ao ar (Twenty Four, a brilhante season finale da quarta temporada de West Wing), ele está de volta, mais em forma do que nunca. Studio 60, pra quem ainda não sabe, mostra os bastidores de um programa de comédia no estilo do Saturday Night Live. O elenco está recheado de estrelas: Matthew Perry (Friends), Bradley Whitford (The West Wing) e Amanda Peet (Jack & Jill) entre outros. Os convidados dos primeiros episódios incluem nomes de peso como Judd Hirsch (que tem um monólogo arrebatador no primeiro episódio), Christine Lahti e Eli Wallach.
O roteiro do piloto é nada menos do que espetacular. Cheio de piadas e auto-referências (os dois protagonistas são alter-egos dele). A direção de Thomas Schlamme, parceiro habitual de Sorkin não fica por menos. Ele consegue unir preciosismo estético e narrativo como nenhum outro diretor da TV atual. Ambos são nomes certos para o próximo Emmy.
Fica aí a dica: uma das séries mais quentes da nova temporada, Studio 60 On The Sunset Strip já tem estréia confirmada na Warner em 2007. Nem pense em perder.
- Essa semana não teve The Office. Mas semana que vem tem episódio de Natal duplo. Êêêêê…
- Lostzilla em Smallville? Hmmmm. Mas Allison Mack continua assustadoramente linda.
- Quem também teve episódio de Natal foi Studio 60. Os relacionamentos amorosos dos personagens talvez estejam indo rápido demais. Se bem que, na verdade, em West Wing é que eles eram lentos demais. 146 episódios pro Josh beijar a Donna?
- Episódio não-tão-excepcional assim de Battlestar Galactica. O maior erro foi centrar numa personagem que ninguém se importa muito. E num universo ideal (sorkiniano?) a série teria umas 3.896 indicações no próximo Emmy.
- Alec Baldwin = Deus.
Composição: Aaron Sorkin (?)
They hope that you don’t mind that their producer was caught doing blow
They hope that you don’t mind that their producer was caught doing blow
They hope that you don’t mind that their producer was caught doing lots of blow
Yes it’s hard to be a player when at heart you’ve always had a hunch
To bite the hand that feeds you is a scary way of doing brunch
But still when we walk in to this august and famous studio
We’ll be the very model of a modern network TV show
But still when they walk into this august and famous studio
They’ll be the very model of a modern network TV show
I am a Christian tried and true baptised at age eleven so
Unlike the liberals, gays, and Jews I’m going straight to heaven
But if you feel you’ve been cheated and our sordid content lets you down
We’ll happily do the favour of an intellectual reacharound
They’ll happily do the favour of an intellectual reacharound
They’ll happily do the favour of an intellectual reacharound
They’ll happily do the favour of a hundred dollar hooker’s reacharound
That wasn’t the same thing we said…
They’ll happily do the favour of a frugal euphemistic reacharound
We know the Evangelicals are lining up to tag our toe
And then the corporations will not hesitate to pull their dough
But still when we walk into this august and famous studio
We’ll be the very model of a modern network TV show
But still when they walk into this august and famous studio
They’ll be the very model of a modern network TV show
But still when they walk into this august and famous studio
They’ll be the very model of a modern network TV show
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É impossível não assistir o piloto da nova série de Alfred Gough e Miles Millar e não comparar com Smallville. A fonte ainda é superior, mas a única justificativa pra série ser abortada é que a marca Aquaman não é tão estabelecida quanta a do Superman. Tem até um diálogo sobre isso: (pode ser que eu esteja exagerando, é que depois de AD, eu vejo metalinguagem em tudo)
“Qual o seu nome?”
“Isso não é importante.”
Os destaques do elenco são as curvas das personagens femininas. Gough e Millar são os melhores produtores de todos os tempos nesse aspecto. Justin Hartley, que encarna o protagonista é mais ator que Tom Welling (o que não significa muita coisa, reconheço). E Ving Rhames encarna o mestre/asskicker com talento, embora o personagem dele às vezes se leve a sério demais.
Por falar nisso, a série como um todo se leva meio a sério demais. Eles já despejam uma boa parte da mitologia logo de cara. Um dos charmes de Smallville é que a gente vai conhecendo a história aos poucos.
Dentre os pilotos que vazaram, esse é o mais bonito. A cena do Aquaman nadando enquanto o caça passa por cima dele é maravilhosa.
PS: A frase final do episódio – cuja origem é Smallville – me abriu um sorriso de orelha e orelha. E me junto ao coro: Vai a merda, Dawn Ostroff!
PS: Fui só eu que achei a voz da mãe do Aquaman igual à de Martha Kent! Hahahahahaha
Dirigido e co-roteirizado por Paul Haggis. A história gira em torno de quatro irmãos, e da relação deles com a máfia local. Não vou falar muito, até porque pretendo rever quando estreiar oficialmente em janeiro. Mas a melhor coisa disparada é o narrador – que só pode ser primo-irmão de Ron Howard. Só ele já é melhor do que Crash. A maneira com que ele brinca com os cenários e personagens enquanto tenta lembrar-se dos acontecimentos é fantástica.
“Studio 60 On The Sunset Strip”
Uau. Uau. Uau. Meu primeiro contato com o trabalho de Aaron Sorkin foi justamente com essa bomba – no bom sentido, claro. Tudo é inspirado.
Começa pela direção (aquele plano-sequência em travelling, viajando pelo cenário é indescritível), segue com as atuações – com direito â Felicity Huffman interpretando ela mesma, como bônus.
Mas o destaque é o roteiro, e seus destaques impecáveis, marca registrada de Sorkin. Destaco dois momentos:
1) “Vamos filmar (o filme) em Vancouver.”
“Não, a cidade não se parece com nada! Nem com Vancouver!”
A piada fica ainda mais engraçada, quando se pensa no tanto de séries e filmes que são atualmente filmadas na cidade.
2) O monólogo de Judd Hirsch, que deve lhe render um Emmy de Ator Convidado. E o mais legal é que eles ainda citam a fonte (o filme Rede de Intrigas).
Se você só puder assistir uma série nova nessa temporada, veja esta!
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Haverá ainda pelo menos mais um post comentando novos pilotos. Mas ainda vai demorar um pouco, pois eu nem vi as séries ainda.
E agora dá licença que eu vou ver mais The West Wing.