Archive for the ‘The Office’ Category
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Não sou muito fã das últimas duas temporadas de The Office. O texto já não tinha a qualidade dos primeiros anos, o que não é de graça, já que Greg Daniels abandonou o posto de showrunners e levou junto Michael Schurr pra criar Parks and Recreation. Além disso, a dupla Gene Stupnitsky/Lee Eisenberg saiu para fazer cinema. Assim, sem quatro dos principais roteiristas, quando Carell anunciou que sairia da série, todos esperavam pelo pior, o pulo do tubarão, essas coisas.
Pois bem, a turnê de despedida de Michael rendeu alguns episódios bem interessantes, como ‘Threat Level Midnight’, a van premiere do filme caseiro na qual Scott trabalhou por anos e anos. O tipo de episódio, que apesar de ser engraçado por seus próprios méritos, ganha força por sabermos que ele faz parte desse grande arco de Adeus do personagem. Além dos já clássicos ‘Garage Sale’ (Michael pede Holly em casamento) e ‘Goodbye Michael’ (auto-explicativo).
Parênteses pra explicar um pouco de estratégia comercial da NBC: como Steve Carell se transformou numa estrela de cinema (protagonizando principalmente comédias de gosto questionável, apesar de achar que ele podia muito bem ter sido indicado ao Oscar por Pequena Miss Sunshine, enfim divago) a emissora achou que devia substituir o leading man de um de seus únicos hits (lembrando que a audiência de The Office gira na casa dos 7-8 milhões – como diria Jack Donaghy, não são tempos excitantes como na época de ER e Friends) por outro pessoa igualmente conhecida. Read the rest of this entry »

The Sopranos – ‘Made in America’ – Escrito por David Chase. Dirigido por David Chase. Exibido em: 10/06/2007.
The Closer – ‘Ruby’ – Escrito por Mike Berchem e Steven Kane. Dirigido por Michael M. Robin. Exibido em: 09/07/2007.
Pushing Daisies – ‘Pie-lette’ – Escrito por Bryan Fuller. Dirigido por Barry Sonnenfeld. Exibido em: 03/10/2007.
30 Rock – ‘Greenzo’ – Escrito por Jon Pollack. Dirigido por Don Scardino. Exibido em: 08/11/2007.
The Wire – ‘-30-’ – Escrito por David Simon & Ed Burns. Dirigido por Clark Johnson. Exibido em: 09/03/2008.
Lost – ‘The Shape of Things to Come’ – Escrito por Brian K. Vaughan & Drew Goddard. Dirigido por Jack Bender. Exibido em: 24/04/2008. Read the rest of this entry »

24 Horas - ‘Day 5: 7:00 a.m. – 8:00 a.m.’ – Escrito por Howard Gordon. Dirigido por Jon Cassar. Exibido em: 15/01/2006.
Battlestar Galactica – ‘Downloaded’ – Escrito por Bradley Thompson e David Weddle. Dirigido por Jeff Woolnough. Exibido em: 24/02/2006.
Doctor Who – ‘The Girl in the Fireplace’ – Escrito por Steven Moffat. Dirigido por Euros Lyn. Exibido em: 06/05/2006.
Prison Break – ‘Go’ – Escrito por Matt Olmstead. Dirigido por Dean White. Exibido em: 08/05/2006.
House – ‘No Reason’ – Escrito por David Shore e Lawrence Kaplow. Dirigido por David Shore. Exibido em: 23/05/2006.
The Closer - ‘Critical Missing’ – Escrito por James Duff e Mike Berchem. Dirigido por Rick Wallace. Exibido em: 31/07/2006.
Studio 60 of Sunset Strip – ‘Pilot’ – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Thomas Schlamme. Exibido em: 18/09/2006.
The Office – ‘Gay Witch Hunt’ – Escrito por Greg Daniels. Dirigido por Ken Kwapis. Exibido em: 21/09/2006. Read the rest of this entry »

Alias – ‘Phase One’ – Escrito por J. J. Abrams. Dirigido por Jack Bender. Exibido em: 26/01/2003.
24 Horas – ‘Day 2: 10:00 P.M.-11:00 P.M’ – Escrito por Robert Cochran. Dirigido por Ian Toynton. Exibido em: 04/03/2003.
The West Wing – ‘Twenty Five’ – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Christopher Misiano. Exibido em: 14/05/2003.
Smallville – ‘Shattered’ – Escrito e dirigido por Kenneth Biller. Exibido em: 19/11/2003.
Arrested Development – ‘Pier Pressure’ – Escrito por Jim Vallely e Mitchell Hurwitz. Dirigido por Joe Russo. Exibido em: 11/01/2004. Read the rest of this entry »
- How I Met Your Mother – a dobradinha Bad News (o supra-sumo da estética sobre conteúdo) e Last Words (o comportamento dos personagens durante o velório do pai de um deles foi, parafraseando um famoso blogueiro e crítico, moralmente repreensível – e se tal pachorra conservadora é normalmente motivo de piada, aqui ela incomoda profundamente) foi a hora de pular do barco pra mim. Depois de pelo menos duas temporadas bem preguiçosas (os criadores pediram desculpas pela mediocridade do quinto ano, só tinha visto coisa parecida com o Tim Kring em Heroes – HEROES, vejam bem).
- The Office – essa temporada anda bem sem graça, apesar desses últimos episódios pré-saída do Michael contarem com um sabor especial (nostalgia antecipada, etc). Depois dessa temporada dificilmente voltarei a assistir. Dizem que o último episódio (Garage Sale) curou o câncer. Mas eu não vi ainda. Mas suposta qualidade se deve mais a tour de despedida do Carell (como o episódio do filme caseiro, que faz muito mais sentido nesse momento da série) do que a um suposto ressurgimento criativo.
- Glee – o Sepinwall (sem link que ele anda muito chatinho ultimamente, ora essa criticar de The Good Wife, humpf) disse, no final da primeira temporada que, em no máximo um ano e meio, ninguém mais suportaria a série. Palavras proféticas, ainda mais quando o showrunner da parada é o Ryan Murphy. Ele afastou das tramas principais os dois personagens mais incensados pelos fãs. Tipo, isso é MENTAL total. E nem no que a série normalmente se sobressaia (as músicas) tem encantado mais. Tirando umas poucas músicas dos Beatles-Paul McCartney* que eles fizeram, nada chamou muita atenção, já que, nossa que surpresa, ninguém se importa com regravações de Top 10 da Bilboard de SEMANAS antes do episódio ir ao ar. Read the rest of this entry »
- A minha é Doctor Who. É comum você sentir sono com alguma coisa que seja convidativa (filmes tailandeses, por exemplo), mas e quando acontece com alguma coisa que você realmente gosta? É só eu começar a assistir depois das 10 da noite e pum. Claro, isso não acontece nos episódios do Steven Moffat (JÊNIO, em breve um post só sobre o moço), mas é algo a se pensar. Dois últimos episódios vistos muito divertidos. The Sheakespeare Code vale só pelas referências feitas a J.K. Rownling (não direi mais para não estragar a piada). E Gridlock tem uma premissa brilhante (obrigatório para paulistanos, diria eu), apesar da resolução não ser assim essas coisas. E David Tennant é um cara legal.
E ceús, como aquela Donna é chata!
- Imagine que você está no velório de seu pai. Agora imagine seus “amigos” mostrando vídeos engraçadinhos do Youtube para melhorar seu estado de espírito. A cereja do bolo na sucessão de erros que How I Met Your Mother vem cometendo nos últimos anos. Adeus! (e uma das minhas diversões agora é ficar postando fotos de tubarões no tópico da série no Séries24h – admirem minha elegante maneira de cutucar a série, HA).
- Numa época distante (4-5 anos na internet é muito tempo, pô!), um dos meus prazeres era apresentar séries legais para nos públicos. Metade dos blogs de séries começou a ver Battlestar Galactica e…HIMYM por minha causa. Mas fazia tempo que eu não fazia isso. Foi quando descobri que um colega meu que adora seriados (e eu nem sabia!) ia sair de férias. E não é que o dito cujo não conhecia Community? Digamos que ontem ela já tava twittando um quote do Pierce do episódio da semana passada. Read the rest of this entry »
HA, por essa vocês não esperavam, hein?
Gervais e Merchant estão para os anos 2000, assim como Jerry Seinfeld e Larry David estão para a década de 90.
OK, os americanos tiverem 180 episódios de Seinfeld para fazer tudo o que fizerem, enquanto que somando The Office, Extras, e seus respectivos especias, mal chegamos a 30 ‘meia-horas’. Mas o que eles fizeram nesse pequeno universo não foi pouca merda não.
Seu primeiro programa redefiniu as workplace comedies, pra logo em seguida virar de cabeça pra baixo a maioria das convenções que os americanos tinham de sitcom (e eu prometo nunca mais falar em como The Office descobriu a cura do câncer).
E então ele se tornou um astro, incluindo aí um dos símbolos máximos do estrelato norte-americano – O Globo de Ouro – prêmio que não raro é dado para pessoas jovens e bonitas ao invés daqueles que realmente tiveram o melhor desempenho do ano anterior. Read the rest of this entry »

The Office, além de ter um texto primoroso e uma das atuações mais brilhantes da década, conseguiu quebrar uma série de tabus:
1) Remakes são sempre porcarias – essa maldição dos remakes, que é ainda mais forte na TV do que no cinema, teve um gostinho a mais, já que a versão inglesa do The Office é ainda mais adorada que essa aqui (eu francamente não achei grandes coisa quando conferi pela primeira vez, mas tenha ela preparadinha aqui pra tentar mais uma vez).
Mais que isso – a versão americana (até pela sua extensão) enveredou para caminhos que Gervais e Merchant nem sonhavam. Os personagens secundários ganharam mais profundidade e um sem número de situações novas foram introduzidas.
2) O casal ‘chove não molha’ perde toda a graça quando finalmente fica junto, isso quando não a arrasta a série toda pro buraco – nem preciso falar muita coisa, né? PB & J são dos casais mais adoráveis que já passaram por uma série de televisão, e eles não perderam um pingo da graça agora que estão casados. E se seus correspondentes ingleses não viveram felizes para sempre, não consigo imaginar Greg Daniels usando o mesmo expediente. Read the rest of this entry »
- Essa semana não teve The Office. Mas semana que vem tem episódio de Natal duplo. Êêêêê…
- Lostzilla em Smallville? Hmmmm. Mas Allison Mack continua assustadoramente linda.
- Quem também teve episódio de Natal foi Studio 60. Os relacionamentos amorosos dos personagens talvez estejam indo rápido demais. Se bem que, na verdade, em West Wing é que eles eram lentos demais. 146 episódios pro Josh beijar a Donna?
- Episódio não-tão-excepcional assim de Battlestar Galactica. O maior erro foi centrar numa personagem que ninguém se importa muito. E num universo ideal (sorkiniano?) a série teria umas 3.896 indicações no próximo Emmy.
- Alec Baldwin = Deus.
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My Name is Earl começou bem da mesma forma, mas como diria o sábio Vidoni, Earl é aquela série divertida de se assistir, sem ser especialmente hilário. A única cena que me fez rir de verdade foi a que envolveu um balão de hélio.
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Extras também começou a sua segunda temporada. Convidado da semana: Orlando Bloom. Como é engraçado ver os atores botando os podres pra fora! “O Johnny Depp fez Edward-Mãos-de-Tesoura. E daí? Eu fiz o Legolas!“. Mas nada foi tão engraçado quanto ver Gervais tentar dirigir sua sitcom.
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“You were my Yoda!” – by Spike
Buffy está caminhando a passos largos para se tornar uma das minha séries preferidas. É legal ver como Joss Whedon foi o pioneiro de vários elementos que vemos aos montes em séries teen atuais (Smallville e Veronica Mars pra ser mais exato).
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E por fim, a estréia da terceira temporada de Grey’s Anatomy. Felizmente, Shonda Rhimes se eximiu dos tropeços da season finale passada e entregou um episódio emocionante, sem nunca (?) cair no piegas. Seria muito mais “choroso” colocar Izzie pra reconhecer o corpo de Danny, ao invés disso, foi Bailey. A cena continua tocante (principalmente, graças ao talento de Wilson), mas não fica parecendo algo “se emocionem AGORA!”.
Em diversas séries (Lost sendo o principal exemplar) cada episódio costuma ter algo como um ou dois desempenhos excepcionais. Pois aqui há nada menos do que QUATRO (!!!) atuações dignas de uma indicação ao Emmy: Oh, Wilson, Walsh e (para minha surpresa) Dempsey naquele que provavelmente foi seu melhor episódio em Grey’s Anatomy. Ele conseguiu transitar da ira (flashback da discussão com Addison, logo após ela ter dormido com o McSteamy) à emoção (ele admitindo para Meredith que é com ela com quem ele quer ficar).
Quando eu faleu de Justice mais abaixo, eu reclamei que a série não desenvolve seus personagens. Aqui é justamente o oposto. Só o monólogo de Callie (“nós todos somos atrasados sentimentalmente, todos temos 17 anos”) diz mais sobre ela (e todos os outros personagens) do que umas três temporadas do drama produzido por Bruckheimer.
E ainda tem o humor. Mesmo sendo meio bobinho, ele sempre funciona. Me peguei rindo com o destino da calcinha de Meredith no final do episódio e com a provável melhor frase do episódio, dita por ela:
“Am I the president of people with crappy lives?”
É, CSI vai ter uma missão quase hercúlea nessa temporada…