Top 100 episódios prediletos – 4a parte

24 Horas - ‘Day 5: 7:00 a.m. – 8:00 a.m.’ – Escrito por Howard Gordon. Dirigido por Jon Cassar. Exibido em: 15/01/2006.
Battlestar Galactica – ‘Downloaded’ – Escrito por Bradley Thompson e David Weddle. Dirigido por Jeff Woolnough. Exibido em: 24/02/2006.
Doctor Who – ‘The Girl in the Fireplace’ – Escrito por Steven Moffat. Dirigido por Euros Lyn. Exibido em: 06/05/2006.
Prison Break – ‘Go’ – Escrito por Matt Olmstead. Dirigido por Dean White. Exibido em: 08/05/2006.
House – ‘No Reason’ – Escrito por David Shore e Lawrence Kaplow. Dirigido por David Shore. Exibido em: 23/05/2006.
The Closer - ‘Critical Missing’ – Escrito por James Duff e Mike Berchem. Dirigido por Rick Wallace. Exibido em: 31/07/2006.
Studio 60 of Sunset Strip – ‘Pilot’ – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Thomas Schlamme. Exibido em: 18/09/2006.
The Office – ‘Gay Witch Hunt’ – Escrito por Greg Daniels. Dirigido por Ken Kwapis. Exibido em: 21/09/2006. Continue lendo este post »
Top 100 episódios prediletos – 3a parte

Alias – ‘Phase One’ – Escrito por J. J. Abrams. Dirigido por Jack Bender. Exibido em: 26/01/2003.
24 Horas – ‘Day 2: 10:00 P.M.-11:00 P.M’ – Escrito por Robert Cochran. Dirigido por Ian Toynton. Exibido em: 04/03/2003.
The West Wing – ‘Twenty Five’ – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Christopher Misiano. Exibido em: 14/05/2003.
Smallville – ‘Shattered’ – Escrito e dirigido por Kenneth Biller. Exibido em: 19/11/2003.
Arrested Development – ‘Pier Pressure’ – Escrito por Jim Vallely e Mitchell Hurwitz. Dirigido por Joe Russo. Exibido em: 11/01/2004. Continue lendo este post »
Top 100 episódios prediletos – 2a parte

A segunda parte do ranking,que vai de maio de 2000 até dezembro de 2002 engloba um número pequeno de séries, já que ela abrange talvez as melhores fazes de Buffy, The West Wing e The Sopranos, além da passagem fulminante de Firefly pela televisão. Vamos aos nomes:
Buffy, The Vampire Slayer – ‘Restless’ – Escrito e dirigido por Joss Whedon. Exibido em: 23/05/2000.
The West Wing – ‘Noël’ – Escrito por Aaron Sorkin e Peter Parnell. Dirigido por: Thomas Schlamme. Exibido em: 20/12/2000.
Buffy, The Vampire Slayer – ‘The Body’ – Escrito e dirigido por Joss Whedon. Exibido em: 27/02/2001.
Futurama -’ The Luck of the Fryrish’ – Escrito por Ron Weine. Dirigido por Chris Louden. Exibido em: 11/03/2001.
The Sopranos – ‘Employee of the Month’ – Escrito por Robin Green e Mitchell Burgess. Dirigido por John Patterson. Exibido em: 18/03/2001.
The West Wing – Two Cathedrals – Escrito por Aaron Sorkin. Dirigido por Thomas Schlamme. Exibido em: 16/05/2001.
Buffy, The Vampire Slayer -’ The Gift’ – Escrito por Joss Whedon. Dirigido por Joss Whedon. Exibido em: 22/05/2001. Continue lendo este post »
Top 100 episódios prediletos – 1a parte
Nos idos de 2008, publiquei uma relação com meu 50 episódios prediletos de seriados. Três anos depois, decidi incrementar a coisa. Mantive os 50 originais (não tem nenhum deles que me ofenda a inteligência, nem mesmo os de Smallville – eu juro, os episódios são ótimos!) e cataloguei outras cinquenta nomes que estão no meu rol sagrado. Tentei diversificar bastante a lista (provavelmente alguns episódios de Sopranos ou The Wire são melhores no meu gosto do que algumas escolhas mais questionáveis – tipo Smallville), mas invariavelmente existem alguns roteiristas (os usual suspects de sempre) e até mesmo diretores que se repetem. Coloquei comentários em alguns dos escolhidos, pra dar um saborzinho especial, alem de dividir a lista em cinco partes. Sim, você leu certo. Um conteúdo requentado será remontado em capítulos diferentes! É o meu Vale a Pena Ver Denovo particular.
Em ordem de exibição:

(a fotinho é cortesia do AV Club)
Seinfeld – ‘The Pony Remark’ – Escrito por Larry David & Jerry Seinfeld. Dirigido por Tom Cherones. Exibido em: 30/01/1991.
(a gênese, pelo menos para mim [é uma lista pessoal, etc] do humor de constrangimento. Adoro quotar a tia do Jerry. ‘I had a pony, my sister had a pony…’)
Seinfeld – ‘The Chinese Restaurant’ – Escrito por Larry David & Jerry Seinfeld. Dirigido por Tom Cherones. Exibido em: 23/05/1991.
(O Cidadão Kane das sitcoms.)
Star Trek, The Next Generation – ‘The Inner Light’ – Escrito por: Morgan Gendel e Peter Allan Fields. Dirigido por Peter Lauritson. Exibido em: 01/06/1992.
Seinfeld – ‘The Contest’ – Escrito por Larry David. Dirigido por Tom Cherones. Exibido em: 18/11/1992.
(Uma das coisas legais de se ter uma série de sucesso – em tempos pré-HBO – era que você não tinha limites, vide Arquivo-X com os episódios malucos do Darin Morgan, ER soltando um fuck no horário nobre ou uma sitcom familiar (?) ‘falando’ sobre masturbação.) Continue lendo este post »
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Mentira. Mas assistindo o vídeo, dá pra descobrir onde procurar.
Angel, finalmente

Depois de assistir Firefly, Buffy (ambas duas vezes cada) e Dollhouse, eis que chega a hora de conferir o último filho de Joss Whedon. Angel conta a história do personagem título em Los Angeles, após os eventos da terceira temporada de Buffy.
(Primeiro parêntese do texto: interessante notar as diferentes fases de integração entre as duas séries: na primeira temporada de Angel [s4 de Buffy], tivemos quatro crossovers clássicos – onde a história começa numa série e termina noutra – uma com Spike, duas com Buffy e outra com Faith. A tendência continou de maneira mais discreta no ano seginte. Na S3 de Angel [S6 de Buffy], a série-mãe trocou de emissora e qualquer relação entre as duas foi cortada [nem os roteiristas podiam ser compartilhados - só Whedon escreveu para as duas temporadas]. Com Buffy se encaminhando para terminar na S7 [S4 em Angel], essa diretriz afrouxou um pouco com Willow e Faith aparecendo nas duas séries e Angel fazendo uma participação [ridícula de tão pequena] nos dois últimos episódios de Buffy. Na S5 de Angel, Spike se tornou personagem fixo e Andrew fez duas participações – mas a aguardada presença de Sarah Michelle Gellar não se concretizou. A versão oficial diz que ela estava muito ocupada trabalhando em filmes, mas as más línguas afirmam que era tudo ciúme do Freddie Prinze Jr. que não queria mais ver ela contracenando com o Boreanaz – dizem que a química entre os dois não era só na frente das câmeras, yada yada yada.)
Verdade seja dita, eu havia assistido o piloto da série anos atrás, logo após ter terminado Buffy pela primeira vez. Mas não me cativou muito. E continuou não me cativando muito em 2011. A natureza standalone dos episódios quando comparados com os arcos bem construídos de Buffy não fizeram minha cabeça. E a falta de personagens cativantes (Angel sempre foi meio nhé, Cordelia ainda guardava muito de sua personalidade fútil, Doyle morreu antes de eu começar a me importar com ele, e Wesley era apenas um alívou cômico) só piorava ainda mais as coisas. Mesmo os episódios melhorzinhos não estavam a par do episódio da semana em Buffy (e olha que a S4 dela nem foi das melhores). Os episódios com a Faith foram os primeiros a me gelar a espinha (o final de’ Five by Five’, com Faith implorando pela morte nos braços de Angel enquanto um Wesley recém-torturado caminha em direção aos dois segurando um machado é dos melhores momentos da série). Mas os últimos da temporada não federam nem cheiraram. Continue lendo este post »
As Melhores Coisas de Sampa, by Cavalca
Resolvi fazer uma pequena viagem para São Paulo nas minhas férias (apenas dois dias e meio, descontando as funções de aeroporto), aqui vão os melhores momentos da minha aventura:

- Livraria Cultura do Conjunto Nacional
Quando o assunto é viagem, sempre se cai naquela discussão sobre a definição de ponto turístico. Vale a pena andar 2.000 km de avião pra ficar vendo monumento e quadro em parede? Pra mim e pra @clandestini, ponto turístico é o lugar onde gostaríamos de passar horas ou dias, sem ser interrompiados. E a Cultura da Paulista preenche esse requisito com louvor. A filial do Shopping Bourbon em Porto Alegre já é um convite às compras, mas a de São Paulo é ainda (duas vezes pelo menos?) maior. Tem até cinema em algum lugar lá dentro. Um pouco adiante na Paulista tem uma FNAC, que é linda também. Mas não pareceu ser muito maior que a de POA. E eu sou do tima que a Cultura tem mais character, sabe?
- Suco de Laranja
Não tem como errar. Entre em qualquer boteco da cidade e peça um suquinho de laranja. Eles vão usar aquelas maquinas que espremem a fruta na hora e te entregar o copo uns oito segundos depois do pedido. Não sei se o tipo de laranja usado no RS não é tão boa, ou se o nosso equipamento é antiquado (não vi em SP nenhuma das famigeradas máquinas em que o suco fica girando por hooooooras), mas o frescor não é o mesmo, definitivamente.
- Metrô
Sou apaixonado por metrôs (taí uma coisa em que eu gostaria de trabalhar, quem sabe na próxima encarnação). Me fascina a possibilidade de andar quilômetros por baixo da terra, pagando um preço irrisório (em SP, nem tão irrisório assim). Mesmo que as cinco linhas (incluindo uma que não faz baldeação com nenhuma outra) não cheguem nem perto de resolver o problema do transporte urbano, elas são bem amigáveis pro turista, deixando próximo aos principais pontos de interesse. O meu hostel ficava numa localização bárbara: Rebouças, a pouco mais de 1 km da saída das Estações Consolação ou Clínicas. Mas não vejo a hora de voltar lá quando a Estação Oscar Freire estiver funcionando. Vai ser só atravessar a rua! Espero que os preços não subam muito. Continue lendo este post »
AMAZING

Já falei algumas vezes nesse espaço, mas poucas coisas são tão gratificantes quando se curte assistir TV do que fazer uma maratona daquela série nova que é uma delícia.
O programa da vez é Happy Endings, comédia sobre um grupo de amigos twenty-something e suas idas e vindas no amor e yada yada yada. Ah, ela não se passa em Nova York, e sim em Chicago (se bem que o uso de externas e planos abertos é tão pequeno que ela poderia se passar até aqui em São Leopoldo). A mocinha da série (Elisha Cuttbert, que até timing cômico tem, quem diria) fugiu do casamento em pleno altar, criando uma situação awkward entre o seu grupo de amigos (é como se a Rachel tivesse fugido do Ross e não do dentista no piloto de Friends).
Porém, como já faz quase dez anos que Friends terminou, a referência mais óbvia é How I Met Your Mother mesmo. São abordagens diferentes. Thomas e Bays são muito mais interessados em estrutura , enquanto o novato David Caspe e seu staff trabalham com roteiros mais tradicionais com diálogos rápidos e muitas (ou melhor, MUITAS) referências. Pra dar liga a esses scripts, a série tem como trunfo a dupla dos irmãos Russo (Joe e Anthony), que basicamente foram os diretores do pilotos e de vários episódios de Arrested Development e Community.
Se é melhor que How I Met Your Mother? Que a HIMYM atual, FUCK YEAH. Que a genial HIMYM dos áureos tempos das primeiras temporada? Ainda não, mas tudo a seu tempo. Continue lendo este post »
Review – Doctor Who – 6×01 – The Impossible Astronaut
Exibido em: 22/04/2011.
Escrito por: Steven Moffat.
Dirigido por: Toby Haynes.
The Impossible Astronaut é o maior passo que Doctor Who deu até o momento para se tornar viável para o público norte-americano*: a janela de exibição foi banida (ou seja: todos assistem no mesmo dia), o calendário de exibição foi ajustado para se tornar semelhante aos dos programas de TV aberta gringa (metade na May Sweaps, metade na Fall Season, os dois períodos mais quentes do ano por lá) e mais importante: a produção veio para os US and A filmar cenas externas no inconfundível Monumental Valley, além de incorporar diversos outros cenários e personagens americanos à trama (incluindo uma visita ao Presidente Nixon em pleno Salão Oval – sequência essa filmada em solo inglês, mas mesmo assim).
(*o spin-off Torchwood foi ainda mais longe: a produção inteira da quarta temporada está sendo realizada em Hollywood, incluindo até roteiristas gringos no staff, como Dorin Egan, Jane Espenson e John Shiban – até porque Russel T. Davies como escriba não é lá essas coisas.)
Mas mais importante que essa questão geográfica (que vamos combinar: é perfumaria, a história poderia muito bem ser contada em cenários ingleses) foi a interrogação que Moffat colocou na nossa cabeça nos primeiros minutos de episódio: como assim o Doutor morre? Quando o Astronauta misterioso deu o primeiro tiro e ele começou a apresentar os sintomas de regeneração eu virei pra Dani e disse: “Nós não vamos cair nessa novamente né?” (o Tennant, num daqueles finales mirabolantes do Davies, iniciou uma regeneração que foi revertida rapidamente quando ele direcionou a energia do processo para a mão dele que havia sido decepada episódios antes). E então o Astronauta dá outro tiro e KAPOF, o Matt Smith cai morto. O personagem apareceu minutos depois sem nem desconfiar do ocorrido (a versão morta seria uma versão 200 anos mais velha do que a que estamos acompanhando), mas os dados estão lançados. Continue lendo este post »


